Archive for agosto \31\UTC 2009

COMO ESCREVER BEM EM PASSOS SIMPLES

agosto 31, 2009

     Anos atrás eu recebi por e-mail esse texto com supostas dicas de como seria escrever bem. Guardei até hoje e o encontrei recentemente. Além das dicas serem ótimas, são muito engraçadas. Não faço idéia da autoria, se alguém quiser se acusar fique à vontade.

 

  1. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. Sa. Outrossim, tal pratica advêm de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
  2. Evite abrev., etc.
  3. Anule aliterações altamente abusivas.
  4. “não esqueça as maiúsculas”, como já dizia carlos machado, meu professor lá no colégio domingos sávio, em niterói, rio de janeiro.
  5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
  6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
  7. Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in.
  8. Mermão, seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, mané?
  9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
  10. Nunca generalize: generalizar é sempre um erro.
  11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra irá se tornar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja repetida.
  12. Não abuse das citações. Como costumava dizer meu pai: “Quem cita os outros não tem idéias próprias.”
  13. Frases incompletas podem causar.
  14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
  15. Seja mais ou menos específico.
  16. Frases com apenas uma palavra? Corta!
  17. A voz passiva deve ser evitada.
  18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
  19. Quem precisa de perguntas retóricas?
  20. Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.
  21. Exagerar é 100 bilhões de vezes pior que a moderação.
  22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
  23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
  24. Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrível! Sério!
  25. Evite frases exageradamente longas por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, dessa forma, o pobre leitor a separá-las em seus componentes diversos para torná-las compreensíveis, o que não deveria ser afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
  26. Cuidado com a orthografia para não estrupar a língua.
  27. Seja incisivo e coerente. Ou talvez seja melhor não…

DO CÉU AO INFERNO, OBRAS DE DANTE ALIGHIERI

agosto 31, 2009

Em português:

A_Divina_Comdia.html

Em Alemão:

Die_Goettliche_Komoedie.html

Em italiano:

Convivio.html
Egloghe.html

OBRAS DE JANE AUSTEN

agosto 31, 2009

Em português:

Jane_Austen_-_razo_e_sensibilidade.html
Jane_Austen_-_A_Abadia_de_Northanger.html
Jane_Austen_-_Emma.html
Jane_Austen_-_Mansfield_Park.html
Jane_Austen_-_Orgulho_e_Preconceito_-_Abril.html
Jane_Austen_-_Persuaso.html

Em inglês:

Sense_and_Sensibility.html
Emma.html
Mansfield_Park.html
Northanger_Abbey.html
Persuasion.html
Pride_and_Prejudice.html

ARTE EM TIPOGRAFIA

agosto 30, 2009

     Tipografia é ao mesmo tempo uma arte e um processo, seja na criação de um texto ou na técnica de design e arrumação de letras/palavras. A seguir algumas imagens com designs tipográficos únicos e invejáveis. Veja o resto no The Design Inspiration.

 

CONTRA O TELEMARKETING, A ARMA É BOM HUMOR

agosto 30, 2009

     Eu já fiz coisas muito parecidas com gente do telemarketing, mas essa é muito bem desenvolvida. Eu juro que um dia ainda faço isso. Por enquanto fica ai como utilidade pública. Achei no blog do Samuel Souza.

 

OBRAS DE LENIRA ALMEIDA HECK

agosto 29, 2009

Em português:

A_borboleta_azul.html
No_reino_das_letras_felizes.html
O_galo_Tiao_e_a_dinda_Raposa.html
O_galo_Tiao_e_a_vaca_Malhada.html
O_misterio_do_anel_de_perola.html
O_peixinho_e_o_gato.html

OBRAS DE JOSÉ FRANCISCO TRINDADE COELHO

agosto 29, 2009

Em português:

In_Illo_Tempore.html
Os_meus_Amores.html

BANDA EVAGÉLICA CANTA SYSTEM OF A DOWN – METAL É DE DEUS!

agosto 29, 2009

     Michelangelo já sabia. Deus se amarra no metal, e que banda melhor pra igreja reverenciá-Lo?

"Segura minha palheta aí, filho"

"Segura minha palheta aí, filho"

 

     Sendo assim, os integrantes dessa igreja fizeram uma singela homenagem ao System of a Down. Achei o vídeo no Bobagento.

DEUS NÃO EXISTE E A CULPA É DOS PANDAS

agosto 26, 2009

     Dados científicos do animal:

"Não fui eu"

"Não fui eu"

 

Reino: Animalia 
Filo: Chordata 
Classe: Mammalia 
Ordem: Carnivora 
Família: Ursidae 
Subfamília: Ailurinae 
Gênero: Ailuropoda 
Espécie: Ailuropoda Melanoleuca

 

     Características físicas:

 

Comprimento: 1.5 metros em média
Gestação: 7 a 9 meses
Cor: preto e branco
Peso: pode chegar a 150 quilos.

 

     Informações relevantes:

 

     O habitat natural do panda é numa área de florestas montanhosa no sudeste da China. Lá, eles escolhem viver dentro de cavernas ou troncos ocos de árvores. Todos os pandas fora dessa região, protegidos em zoológicos precisam que esse habitat seja reconstruído ao seu redor ou então sofrem de uma espécie de “depressão” e morrem pouco tempo após isso. – Prova N° 1

     São carnívoros, mas a sua alimentação primária é a de brotos de bambu. Também se alimentam de insetos e ovos. Com a exceção dos ovos, o bambu e os insetos dos quais o panda se alimenta se encontram única e exclusivamente na região do seu habitat. Isso faz com que seja uma espécie sem nenhum poder migratório, ou seja, se precisarem por qualquer motivo saírem da sua atual localidade, não conseguirão sem a ajuda do homem. – Prova N° 2

     Não hibernam no inverno. O pando é o único Ursidae que não hiberna. Isso o afeta de modo que, ao contrário dos outros ursos, ele precisa sair para comer no inverno. Idiota. Para melhorar a sua situação, a época do acasalamento acontece na primavera, QUANDO o panda macho tem a bondade de conseguir uma ereção, a fêmea na maior parte das vezes tem dois filhotes, que nascem no inverno. E nascem sem pêlos. Como se não fosse o bastante, alguns pandas matam suas crias. – Prova N° 3

     Expectativa de vida de 12 anos. Vou repetir. DOZE ANOS. – Prova N° 4

 

     Resumindo:

     São vários os motivos para a extinção dos pandas, a enorme maioria delas proveniente deles mesmos. Os próprios pandas se extinguiram. Uma raça completamente sem senso de sobrevivência que, ao contrário de todos os outros seres vivos do nosso planeta não possuem nenhum tipo de defesa ou estratégia para fazer uso do seu curto tempo de vida.

     O humano tem pouca culpa nessa extinção. Os pandas pararam de ser caçados há vários anos atrás quando se descobriu que a sua pele não servia para costura pois ela é muito mole, difícil de se escalpar e se desmancha com facilidade. Não é caçado por esporte também por não fornecer nenhuma resistência e nenhuma parte do seu corpo, dentes, unhas, etc., serve para absolutamente nada. Além de sua carne não ser comestível.

     De fato, se deus é onisciente, por que criaria um animal tão propício à morte? Pra que se dar ao trabalho de fazer um animal que está fadado ao fracasso assim que for libertado dos zoológicos pelos humanos? Pois esses animais que nasceram em cativeiro nunca mais poderão ser inclusos de volta em seu habitat, ou serão uma presa (mais) fácil (se é que é possível) para qualquer outro predador. É capaz de o bambu matá-lo antes de ser arrancado do chão.

     Por isso defendo a inexistência de um deus, devido à falta de adaptabilidade única nessa espécie que se encontra à beira da aniquilação. E é bem feito.

TODOS ERRAM, MAS NA CAMA ERRO É AO QUADRADO

agosto 25, 2009

Muito bom esse texto. Vale a leitura, achei no Quarto Universitário.

São 40 erros que os homens cometem na cama e 37 erros que as mulheres cometem. O texto aparentemente não possui autoria, mas como foram só 37 erros das mulheres eu já sei até o sexo de quem escreveu. Se fosse homem poderia adicionar outros 40 no mínimo.

  Para ver uma canjinha do texto clique aqui.

ESTADO CLÍNICO

agosto 23, 2009

     Fiquei meio mal esses dias.

     Hoje fui avisado que meu estado era periQUItante.

     Isso não deve ser nada bom.

O PREÇO DOS DESEJOS

agosto 21, 2009

     Há muito tempo atrás, existiu um homem que encontrou uma lâmpada mágica. Quando ele esfregava a lâmpada, um gênio saia de dentro dela e dizia, “Posso realizar todos os seus desejos, mas tudo possui um preço equivalente, em algo que já se encontra em sua pose.” O homem que havia encontrado a lâmpada era muito pobre e não tinha amigos nem esposa. Trabalhava como escavador para um grupo de arqueólogos. Seu trabalho era árduo, longo e frustrante, por não recompensar devidamente seu esforço.

     Não sabendo de nada que o gênio pudesse cobrar dele, ele logo se apressou em pedir. “Gênio, não possuo nada que o senhor precise, portanto se não for incomodo, desejo muito ter uma casa mais confortável onde morar.” Para o qual o gênio respondeu prontamente. “Claro. Mas lembre que você foi avisado.” E voltou para a lâmpada.

     Então o homem, esquivando-se, fugiu do trabalho e voltou para casa. Quando chegou lá, ao invés de encontrar o modesto casebre feito com materiais desconexos, ele vê uma casa como nunca havia visto antes. Para ele, era uma mansão. Saiu correndo e entrou na casa, extasiado. Descobriu que possuía vários andares e diversos cômodos. Porém, quando entrou em um dos quartos e olhou-se em um grande espelho, aproximou-se e fitou seus próprios olhos. Sua íris estava branca. Seus olhos, que um dia foram de um castanho forte, um marrom intenso, agora eram vazios.

     Assustado, esfregou novamente a lâmpada e chamou o gênio. “Gênio, tiraste de mim a cor dos meus olhos! Você não me disse que era esse tipo de preço que eu estaria pagando pela sua magia.” E o gênio respondeu. “Você não me deu a chance. Mas se assim desejar, posso reverter todo o processo, a casa some, a cor dos seus olhos volta. É esse seu desejo?” O humilde escavador pensa muito e responde. “Não. Deixe estar. Quero agora ser rico. Sendo rico eu posso resolver isso depois. Mas antes me diga, qual será o preço desse meu pedido?” E o gênio avisa. “A vida dos seus cabelos. Eles não mais terão sua cor e nunca mais crescerão. Ainda assim deseja prosseguir?” Ele passa a mão pelos cabelos negros dele com certo receio, mas por fim diz. “Tudo bem, eu posso resolver isso depois.”

     Então seus cabelos ficaram brancos e sem vida como seus olhos e como prometido nunca mais cresceram. Assim, ao andar mais um pouco pela casa, descobriu um dos quartos cheio de dinheiro, notas e moedas saiam de todos os armários, das gavetas, de todos os cantos, em todo o lugar chovia dinheiro sem parar.

     No correr dos dias, o homem fez vários pedidos. Queria ser mais jovem, queria ter amigos, queria ser mais inteligente e queria por fim casar-se. Os preços, como os pedidos, foram também ficando mais caros. Nesses dias, ele perdeu sua cor de pele, que era bronzeada pelas horas de trabalho ao sol, ficou como mármore. Suas expressões se foram, e junto com elas seu sorriso, que muitas pessoas admiravam por causa dos seus dentes que eram perfeitos. Seu modo de andar, com isso, passou a arrastar seus pés pelo chão e por fim perdeu o modo como falava. Perdeu todo o seu sotaque, velocidade do discurso e tudo que fazia sua fala característica dele. Sua fala era agora seca. Mas a seu ver, tudo isso era muito simplório e podia ser resolvido.

     Foi então que, casado, rico com uma bela casa e com vários amigos, encontrou-se numa situação em que, sua vida era cercada pelos atos do gênio. Um dia ficou pensando se poderia conquistar algumas dessas coisas por si. Então à noite deitou-se em sua deliciosa cama, fez amor com sua esposa. Ao acordar, muito bem disposto, vestiu-se tão bem quanto o dinheiro lhe permitia vestir, ligou para seus amigos e pediu que lhe recomendassem um lugar para ver e conhecer algumas pessoas. Esses lhe indicaram um parque, próximo à cidade.

     O homem então foi ao parque sozinho. Andou um pouco, comprou pipoca, atirou pedaços de pão no lago e sentou-se num banco para ver as pessoas passarem. Depois de quase uma hora sentado, percebeu que ninguém olhava para ele. Quando olhavam, era como se o fitassem muito fixamente por um tempo e depois viraram o rosto. O homem não entendeu direito o porquê disso. Irritado, chamou novamente o gênio ali mesmo.

     “Pronto para o próximo pedido?” Disse ele. “Não, eu quero saber por que as pessoas me encaram. O que se passa?” “O senhor fez muitos pedidos. Pode estar vestindo um terno para cobrir sua pele, óculos para cobrir seus olhos e chapéu para cobrir seu cabelo. Mas isso não era apenas a sua aparência, era também quem você é. Você se desligou de você mesmo e agora nem as outras pessoas o reconhecem como pessoa. Mal podem vê-lo.” Disse o gênio com solenidade.

     O homem saiu do parque e voltou para casa. Sentou-se em seu escritório e começou a pensar sobre o assunto, dando uso ao seu pedido por inteligência. Chamou o gênio, para questioná-lo sobre reverter alguns desejos, mas esse lhe disse que só poderia reverter todos, não somente um. Como não gostava da idéia de perder todos os seus atuais benefícios, resolveu pensar mais sobre o assunto.

     Chegou à conclusão que a solução deveria ser um último pedido. Invocou o gênio e o ordenou, “Quero realizar apenas um último desejo, quero que as pessoas voltem a me perceber, mesmo que eu tenha perdido algo de mim, quero que todos me vejam como antes.” Ao que o gênio respondeu, “Está certo, porém esse desejo custará caro, não menos que os seus princípios.” O homem nunca havia pensado sobre princípios, e achou que como eles não influíram na sua vida até aquele ponto, então não teria problema em livrar-se deles. Aceitou o preço.

     Para testar o desejo que acabara de ser concedido, resolveu sair para a cidade, avisou sua mulher que não esperasse acordada e saiu. Andou pelas ruas, entrou em bares, dançou em boates. Interagiu da forma que sempre desejara com as pessoas. Elas o viam e ele gostava disso. O respeitavam pelas suas roupas, seu dinheiro e estavam alegres ao seu redor e isso o fazia feliz.

     Quando se cansou, voltou para casa e ao entrar encontrou sua mulher na sala. Ela acordou quando ele bateu a porta e se levantou. Estava muito preocupada devido à hora pois estava quase amanhecendo. “Não mandei que não me esperasse? Vá dormir logo.” Disse ele rispidamente. “Eu só estava preocupada, já é quase manhã e…” Mas não conseguiu terminar o que ia dizer. Recebeu um forte tapa de seu marido e foi enforcada até a morte.

     Ele não soube dizer o porquê fez aquilo. Mesmo em sua mente, não soube pensar em um motivo que o fizesse matar sua esposa. Sentiu raiva e logo o fez. Ela estava morta. Foi à cozinha sentindo um misto de raiva e confusão. Tomou um gole de água, respirou, fechou os olhos. Logo a culpa foi tomando conta da confusão. Sentiu ódio de si mesmo. Sua mão tateou uma faca na pia e acertou seu próprio pescoço. Nem teve tempo de pensar no que estava fazendo.

     Na sala, não há corpo de mulher em seu humilde casebre. Nem lâmpada. Tudo era um desejo que sumiu carregado pelo vento.

OS MELHORES DESENHOS DE DRAGÕES! (D&D STYLE!)

agosto 21, 2009

     Peneirado do The Design Inspiration.

 

TODAS AS PROPAGANDAS DE ARNOLD SCHWARZENEGGER NO JAPÃO

agosto 21, 2009

     Não, não! Eu TINHA que por isso aqui. Isso é pura arte. A arte do ridículo? Talvez. O fato é, até os governadores têm um passado negro pelo qual eles devem responder.

     Todos os créditos de achar essa beleza vão para o site Desocupado.

ps.: sim, eu fui buscar como se escreve o nome do cara no google.

 

PARÊNTESES

agosto 20, 2009

     Se há 3 coisas que eu detesto, são:

1-       Listas (são irrelevantes de forma que podem muito bem ser expressa em um texto continuo sem a necessidade de interrupções na fluência do texto)

 

2-      Numerais ordinais (sequer fazem parte da matemática, existem apenas para encher lingüiça e confundir usuários da língua)

 

3-      Parênteses (absolutamente desnecessários e perigosos, além de poder ser simplesmente ser substituídos por uma breve observação entre vírgulas, como por exemplo, também são uma tentação quase irresistível a escritores, de modo que os menos experientes podem se perder em divagações sem fim. Digressões dessa natureza servem apenas para distrair o leitor do tema original, porém não de uma forma interessante, mas sim de modo que o leitor se perca em um emaranhado de informações absolutamente difusas e incoerentes. Realmente o parênteses é tão perigoso que eu mesmo quando escrevo só o uso em absolutamente último recurso e de forma muito sucinta pois como eu mesmo em minha vida tenho uma tendência à me perder do assunto original, não faria sentido em um texto escrito me perder por uma bobagem. Sendo assim, muita cautela é recomendada)