ESTRANHA ODE AO DESESPERO

A solução de meus problemas é o problema em si
Então o que fazer? Se
A cura para meu veneno é o próprio veneno
Então devo embraiar-me? Quando
A maldição do meu destino é segui-lo apaixonado
Então porque viver?

Quando deparado com a sua perdição, deveria lutar ou fugir?
Pode-se tentar?
Se vivo em meus problemas e
Me afogo em meus venenos e
Me perco em meu destino.

Ao fazê-lo seria apenas uma marionete ou um herói?
Pois se a vontade de mudar me permite permanecer em pé, pelo que me deito à noite?
Se vivo por conhecer a morte, porque morro pensando na vida?

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2 Respostas to “ESTRANHA ODE AO DESESPERO”

  1. Willy Barp Says:

    Um diálogo existencial de si para si… O último questionamento é, como direi, inseparável disso que chamamos existência.
    Ficou realmente mto bom.
    ps: desculpa deixar trocentos comentários, tudo de uma vez, mas agora que consegui tempo pra le, li tudo de uma vez
    aehuiaehuiae

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