Posts Tagged ‘Ação’

O TOP LIXO DO CINEMA

outubro 26, 2009

Ah, os grandes filmes… e além desses, aqueles horríveis também. Como esses aí.

PROFESSOR QUE É PROFESSOR TAMBÉM É ATIRADOR DE ELITE

agosto 10, 2009

     Me lembra muito um professor aqui de Niterói que acertava um aluno com giz a qualquer distância, mesmo tendo passado a muito tempo dos seus 80 anos. Mira impecável.

     Reza a lenda que uma vez ele impediu uma briga no pátio do colégio atirando um pedaço de giz no olho de um garoto do terceiro andar do prédio, fazendo-o errar um soco em um garoto menor.

 

     Só pra seguir a série de miras extraordinárias.

SE FOR MANDAR TOMAR NO CÚ, MANDE COM ESTILO!

agosto 9, 2009

FILMES ANTIGOS, IDEOLOGIAS E O SUBCONSCIÊNTE

julho 28, 2009
Bond, James Bond

"Bond, James Bond"

    

     Por algum motivo eu me interessei, de uns tempos pra ca, em filmes antigos. O último que assisti me deu um estalo. Se chama Goldfinger, em português 007 contra Goldfinger, se não me falha a memória. O terceiro da série do agente James Bond que hoje conta com vinte e dois filmes. Praticamente um seriado. Esse terceiro ainda é estrelado por Sean Connery que, na minha modéstia opinião, é o melhor dos Bond, diria até, o melhor ator na face da Terra ponto.

     Goldfinger, de 1964 possui um enredo simples à primeira vista. O agente 007 precisa descobrir algo de ilegal nas operações de Auric Goldfinger, estrelado por Gert Fröbe, que já está na lista negra do MI5, serviço secreto britânico, como um conhecido contrabandista de ouro, sem, é claro, provas cabais de suas malfeitorias. James descobre que ele pretende atacar Fort Knox e parte para impedí-lo. Simples, não? Não.

     Pra começar. Este filme é, na opinião de muitos fãs, o melhor da série do 007. Tem o Sean Connery, tem mulheres e algumas na apresentação semi nuas, tem o famoso laboratório onde o agente se alimenta com diversas coisinhas sofisticadas para agentes secretos, tem pela primeira vez o carrão que faz tudo, dessa vez o Aston Martin. Ah, e o mais importante, foi nesse filme que a frase “Bond, James Bond” ficou famosa. Sendo Assim, é claro que esse entrou pra história.

Sean Connery posando com o Aston Martin

Sean Connery posando com o Aston Martin

     De fato uma obra-prima que criou a cartilha para os próximos filmes de James Bond, apesar de recentemente essa cartilha ter sido jogada fora. Mas eu estou divagando, o ponto é, por detrás desse enredo simplório e das novidades que o filme mostrava tanto para os filmes do James Bond quanto para o cinema em geral, havia uma mensagem. Algo que talvez, pasasse despercebido. Há por detrás dessa obra um código.
     Não é nada demoníaco nem você vai ouvir a Madonna cantando se girar seu DVD no sentido anti-horário de 38.52 do filme até 41.09, Não. é outro tipo de mensagem.
     Todos nós sabemos o que é anti-americanismo. E se não sabe clica lá. Pois bem, esse sentimento vem, dentre muitas outras fontes, de uma noção de nação muito delicada. Um certo orgulho, talvez uma prepotência, que na medida errada se torna puro egocêntrismo radical, mas que na medida certa, dosado com inteligência e bom senso, é imprescindível para o crescimento de um país como nação. Por nação eu vou um pouco além ao que o dicionário define. Pra mim é um grupo de pessoas que são unidas por língua, costumes, cultura e objetivos. Sendo “objetivos” a palavra-chave.
     O orgulho de uma nação nasce dos seus símbolos. Isso não está aberto a discussões, é fato. O quão respeitado é um símbolo diante de seus iguais? Um símbolo pode ser qualquer coisa, desde que siga a seguinte definição. Uma figura ou imagem que deve unir os integrantes de uma determinada cultura sobre uma idéia abstrata. Quer exemplos? Nos Estados Unidos, a estátua da liberdade. Na Inglaterra temos o Big Ben. Na França a torre Eiffel. E a Australia tem o coala na árvore de eucalipto.

Coala na árvore de eucalipto.

Coala na árvore de eucalipto.

     Okok, eu comecei com James Bond e vim parar num coala. Vamos lá. O filme, apesar de ter um britânico como personagem principal foi escrito por um americano e um inglês e foi dirigido por um francês. Uma mistura interessante, que até explica o filme se passar 90% nos EUA e mais especificamente em Kentucky.
     Aqueles que estão mais espertos, sabem o que é o Fort Knox. É uma base militar onde os americanos guardavam ouro. Para quem não sabe uma moeda tem seu valor comparado à quantidade de ouro que um país possui como uma reserva de valor. Sendo assim, Fort Knox se tornou facilmente um símbolo americano, de sua riqueza.
     Agora, a construção desses símbolos poderia ter sido impensado? Sem querer? De forma alguma jovem gafanhoto. Se lembrar direitinho vai perceber que eu disse que o filme era de 1964. A Guerra Fria que dividia o mundo em dois estava a todo vapor, Cuba, financiada pelo comunismo russo ainda era um país e Picasso não só pintava como escrevia sobre toda essa agitação ao redor do globo. 
     Nesta guerra, a ideologia era a arma secreta dos americanos. Fugindo da mera propaganda em massa dos comunistas, os estadunidenses criaram um conceito totalmente novo na área publicitária que é vendido até hoje.
     O conceito é aliás, simples. O produto é a felicidade. Simples não? O que é o American Way of Life? Nada mais do que a busca pela felicidade. Mulher loirinha, filhinhos na brincando na rua, casinha branca, um jardim e bacon com ovos pro café-da-manhã. Ah diliça!
     Essa tática é muito usada hoje em propagandas na TV. Preste atenção em especial nos bancos. Sempre tem uma menininha brincando com bolinhas de sabão ou um cara num caraço na auto-estrada, coisas do tipo. Mas pode ter certeza, a idéia que eles vendem é, “olha como essa pessoa é feliz, e tudo isso porque ela usa o meu produto!”.
     O cinema serviu bem a esses propósitos. O cinema americano é hoje o mais famoso, visto, reconhecido e remunerado por conta dessa única idéia. Desse modo de se vender. Desse marketing. E merecidamente, eles ganharam a guerra evitando muitas batalhas por conta disso. Que também era uma propaganda em massa.
     Agora pare e pense, que outros tipos de propagandas vemos todos os dias que são usadas para nos vender uma imagem em prol de vitórias em uma guerra secreta e silênciosa?

LANÇAMENTOS

julho 22, 2009

     Dois trailers de filmes que vão chegar e provavelmente pagaram mais pra equipe de efeitos especiais do que pros atores.

      Primeiro é o  Alice in Wonderland do Tim Burton(visitem o site, é genial!) e o outro se chama Gamers de… sei lá, não interessa muito. Só esta aqui pra manter o nível de testosterona em um mínimo aceitavel.

 

 

     Perdão Lewis, perdão.