Posts Tagged ‘Arte’

MÚSICA CLÁSSICA EM GRÁFICOS

maio 11, 2010

Música pra mim é algo que começa e termina ao redor da santíssima  trindade, baixo\guitarra\bateria. O rock n’ roll.

Mas é de fato inebriante quando nos deparamos com o gênio, mesmo que fora do nosso pequeno mundinho. Tal acontece ao se ouvir Bach. Estou falando mais especificamente da Toccata em Fugue em D menor.

Complexidade com certeza não é sinônimo de genialidade nem de qualidade, porém… essa musica lindíssima é um exemplo da técnica e arte impressa na música como não se vê mais.

O vídeo à seguir mostra a complexidade dessa obra em forma de gráfico. Melhores 8 minutos musicais do seu dia, vale muito à pena.

Roubei do Alessandrolândia.

Para os verdadeiros fãs, a partitura está aqui, cortesia do criador do vídeo, o Musanim, que aliás, possui um site, chama-se http://www.musanim.com/ e pode-se encontrar alguns outros vídeos como esse lá. Ele também vende um DVD com todas as animações feitas no seu Music Animation Machine.

SUPER MARIO CROSSOVER!

maio 8, 2010

Esse post tem muito gostinho de nostalgia. Pra quem era fã do Super Mario Bros. pro NES, o site Buzzfeed disponibilizou uma versão que se joga online com alguns outros personagens da mesma época. O legal é que esses personagens mantêm alguns dos poderes que tinham no seu próprio jogo, o que abre um novo leque de opções para a jogabilidade.

Chega de blá blá blá, não vou estragar a surpresa… Aí em baixo tem o link.

Super Mario Crossover!

ERA UMA VEZ NO BRASIL – POR REN ROX

maio 6, 2010

Achei no Iconology uma linda série de todos do Ren Rox sobre o Brasil. No link do seu site (no nom do cara) tem mais alguns álbuns dele e mais fotos podem ser achadas no Flickr do cara.
Aqui vai uma pequena amostra, visitem o site para ver o resto.

LEGOMATRIX

maio 3, 2010

     O site LegoMatrix, comemorando 10 anos da criação do maior e mais famoso filme dos irmãos Wachowski, fez esse vídeo, uma espécie de homenagem não só ao filme, mas à técnica cinematrogáfica revolucionária, o Bullet Time. Dizem alguns, o efeito de câmera mais importante da sétima arte desde cores.

     Rasgação de seda à parte, vamos à cena.

     Agora comparando o original com a versão lego.

Update:

Esse post já estava a bastante tempo guardado para aparecer por aqui.O site deve estar fazendo quase 11 anos agora…

Mas que se dane, os vídeos ainda são legais.

A HISTÓRA DAS COISAS – PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEL

dezembro 15, 2009

     De onde vêm as coisas e para onde vão depois que nós as jogamos fora.

     O documentário, apesar de não ser novo, explica de forma simples e num formato muito legal etapa por etapa do processo de produção e consumo que está levando nosso mundo ladeira abaixo.

     Vale muito os 21 minutos na frente da tela.

OBRAS DE FRIEDRICH NIETZSCHE

dezembro 6, 2009

Em português:

A_Origem_da_Tragdia.html
Alm_do__Bem_e_do_Mal.html
Assim_Falava_Zaratustra.html
Crepusculo_dos_dolos.html
Genealogia_da_Moral.html
O_Anticristo.html

Em inglês:

Beyond_Good_and_Evil.html
Homer_and_Classical_Philology.html
On_the_Future_of_our_Education.html
The_Antichrist.html
The_Case_Of_Wagner_Nietzsche_C.html
Thoughts_out_of_Season_Part_I.html
Thus_spake_zarathustra.html
We_Philologists.html

Em alemão:

Also_sprach_Zarathustra.html
Die_Geburt_der_Tragdie.html
Ecce_homo_Wie_man_wird_was_man.html
Gtzen-Dmmerung.html
Jenseits_von_Gut_und_Bse.html
Menschliches_Allzumenschliches.html

Em finlandês:

Dityrambeja.html

Em francês:

Ainsi_Parlait_Zarathoustra.html

PIN UP’S SURREAIS

dezembro 5, 2009

     Os desenhos são da italiana Gianluca Mattia. A primeira coisa que esses desenhos me lembraram foi o Tim Burton, pela loucura e o tema.

FOTOS EM 360 GRAUS

novembro 30, 2009

     O site Ayrton 360 é, nas palavras do próprio Ayrton, pioneiro no Brasil. Imagens sensacionais em 360 do entardecer na Urca, eventos, carnaval, casamentos e para saciar os mais politizados, a guerra contra o tráfico. Jornalismo de primeira em um ângulo completamente novo. Na verdade, todos os ângulos.

     Entre no site pelo link acima ou na barra de favoritos à direita e escolha um tema no site. Um banquete para os amantes de fotografia.

A FANTÁSTICA OBRA DE WILLY BARP

novembro 30, 2009

     Em português:

http://www.4shared.com/file/162458965/2d4a21f2/Reminiscencias.html

     Willy Barp é a mente criminosa por detrás do blog Asas do Corvo. Lá ele expôe poemas e contos de todas as formas e sabores, dentre outras coisas. A obra citada e linkada acima é a primeira de, esperamos, muitas outras que virão e pode também ser encontrada pelo link do próprio Corvo na seção “Livros”.

     Visitem o blog, baixem o livro e se deliciem como se estivessem degustando, tomem o seu tempo para a leitura, pois em época de cultura expressa, essa é uma obra para imersão na arte. Respire fundo e se jogue.

 

EDIÇÃO IMPORTANTE:

     Li hoje no Asa do Corvo que o Reminiscências do Willy agora tem uma versão em papel. O preço é praticamente simbólico e está disponível no Clube de Autores. Lá tem a sinopse escrita pelo próprio Willy e imagens das 6 primeiras páginas incluindo a capa.

A PIRATARIA LITERARIA PELOS OLHOS DE UM HOMEM DE LETRAS

novembro 20, 2009

     “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.” Mestre Pessoa que me perdoe, mas foi a primeira coisa que eu pensei quando li no Livros e Afins  uma matéria com um comentário do Neil Gaiman sobre a pirataria. Pirataria essa que, ele sabe, atinge o seu próprio bolso. Sem mais delongas, lá vai o que o Gaiman disse:

“O fato é que queiram – ou não – as editoras, os livros de Gaiman e de inúmeros outros autores estão disponíveis na rede – ainda que de forma ilegal. O perigo não está em livros serem lidos de graça. Mas neles não serem lidos”

     Não é de agora o sujeito é o meu herói. É sem dúvida um dos maiores e melhores escritores do nosso século. Ele deu um novo gás a todo o gênero de literatura fantástica, criou os super heróis mais divertidos, os mais filhos da puta e até identificou a cerveja sem álcool como um dos motoqueiros do apocalipse. Nem vou entrar aqui no critério de suas obras que foram plagiadas e acabaram virando best-sellers, mas envolve um garoto de óculos, mágica e uma coruja.

                Infelizmente ele ainda é daqueles autores considerados underground. Fora do mainstream da literatura por fugir do estilo romancezinho água com açúcar, os seus livros são propositalmente para um público que sabe e quer pensar. Quer expandir a mente. Um exercício que poucos estão dispostos a fazer.

                E convenhamos, falar de si mesmo na terceira pessoa é só pra quem sabe mesmo que é fodão e ponto.

FOTOS MANIPULADAS POR JAN OLIEHOEK

novembro 19, 2009

     Novamente o site Design Inspiration traz as melhores imagens e de bônus tem a entrevista com o artista por detrás dessas obras de artes.

OBRAS DE RAUL BRANDÃO

novembro 16, 2009

     Em português:

A_Ilha_Azul.html
Mulheres.html
o_misterio_da_arvore.html
Os_Pobres.html

VIAGEM LIVRO ADENTRO

novembro 10, 2009

     Acho eu que o melhor de se ler um livro é ser lido de volta por ele, quando você se identifica com o que está lendo sem que, as vezes, nunca tenha aberto a boca pra falar o motivo dessa identificação.

     Quando um autor que você nunca viu, nem conheceu e talvez esteja até morto há muito tempo, consegue falar de alguma coisa que poderia ter você mesmo como exemplo com tamanha riqueza de detalhes que quando lê imagina que poderia ter escrito aquilo, caso tivesse a mesma prolixidade do autor.

     Esse autor na verdade toma o leitor pelas mãos e o ergue ao céu, somente para depois mergulhá-lo em si mesmo, numa releitura própria, um tipo de auto-avaliação, mas sem julgamentos, sem resultados. Somente a mera exposição do eu como em um museu interno. A vantagem é que se pode olhar para o extintor de incêndio com cara de pensativo sem ninguém rir. E no caso de risos, será você mesmo rindo de sua própria imbecilidade, o que é na verdade, o objetivo de toda essa reflexão.

     Fico imaginando o que significa quando o livro que te traz toda essa experiência é um bestseller, daqueles traduzidos em dezenas de línguas. Será mesmo que várias pessoas passaram pelas mesmas coisas? Será que lendo o livro elas relembraram e reviveram uma parte de suas vidas e se fizeram, então isso não significa que há uma certa ligação entre os leitores da obra tanto quanto com o autor?

     Claro, há leituras e leituras. Nem todo mundo absorve as mesmas coisas de uma obra, aliás, estou convicto de que não existem duas pessoas no mundo que entendam um objeto da mesma forma. Se a obra em questão for muito boa mesmo, essa então provavelmente terá mais de uma interpretação para cada um que a apreciar.

     Pois depois de ter lido um determinado texto, aquele texto passa a não ser mais do autor (salvo direitos autorais e etc, advogados raramente se interessam em filosofias) já que o conteúdo é modificado por quem lê, um barro que se molda a cada linha e ganha forma na mente do leitor.

     Sendo assim, seria então a leitura uma viagem para dentro de si? E ao interpretar um texto estariamos interpretando a nós mesmos já que cada um teria uma leitura que seria única como uma impressão digital? Cada texto, cada livro lido traz o leitor um passo adiante para o auto-conhecimento por meio de auto-crítica guiada por escritores que, ao menos na maioria das vezes, nunca ouviram falar deles.

PEÇO PERMISSÃO PARA PEQUENA POSTAGEM

outubro 22, 2009

     O texto mais abaixo me foi enviado por e-mail já faz algum tempo e de acordo com o título, seria o maior trava-língua do português. Do tipo “três tijelas de trigo para três tigres tristes” e aquele outro negócio com os mafagafinhos que eu esqueci como é.

     Eu tinha visto em algum lugar que esse texto é na verdade um trecho de um livro todo escrito nesse formato. Como eu não achei mais nada procurando esses dias, fica a dúvida, inclusive, sobre a autoria.

     O que é inegável é que deve ter dado um puta trabalho.

     Ah, se alguém quiser se acusar aí de ter escrito isso fique a vontade. Eu só editei os parágrafos da maneira que eu achei mais consistente pra não ficar um blocão de texto. Boa leitura.

 

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     Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam elas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

     Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris!Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo perfeita permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém,praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences. Partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém,passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.

     Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…” Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, pararei.

OBRAS DE LUIZ VAZ DE CAMÕES

outubro 21, 2009

Em italiano:

I_Lusiadi.html

Em português:

Cancoes_e_Elegias.html
Os_Lusiadas.html
Redondilhas.html
Sonetos.html