Posts Tagged ‘Cinema’

LEGOMATRIX

maio 3, 2010

     O site LegoMatrix, comemorando 10 anos da criação do maior e mais famoso filme dos irmãos Wachowski, fez esse vídeo, uma espécie de homenagem não só ao filme, mas à técnica cinematrogáfica revolucionária, o Bullet Time. Dizem alguns, o efeito de câmera mais importante da sétima arte desde cores.

     Rasgação de seda à parte, vamos à cena.

     Agora comparando o original com a versão lego.

Update:

Esse post já estava a bastante tempo guardado para aparecer por aqui.O site deve estar fazendo quase 11 anos agora…

Mas que se dane, os vídeos ainda são legais.

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O TOP LIXO DO CINEMA

outubro 26, 2009

Ah, os grandes filmes… e além desses, aqueles horríveis também. Como esses aí.

CONSIDERAÇÕES SOBRE HARRY POTTER E O BOM CINEMA

agosto 1, 2009

     Aproveitando a decrescente “hype” sobre o filme do Harry Potter (cuidado, o site é meio merda), eu vou jogar essa idéia na mesa. Nesse momento, acho eu, a chance de um atentado à minha pessoa será menor. Esse filme é uma bosta. Não é necessariamente só culpa da escritora, então eu nem vou entrar no âmbito de plágios, que se estenderia por muitas e muitas linhas e provavelmente dá pra fazer um blog só sobre as idéias que a autora do livro, J. K. Rowling (cuidado, esse é todo merda) roubou por aí.

     A parte ruim, o que faz o filme ser uma bosta é, dentre outras coisas, o fato de serem 7 filmes! Pra acompanhar os 7 livros. Ah não, na verdade são 8 filmes para os 7 livros. Não esperava por essa né? E nem deveria. Pra que tudo isso? Eu te digo. Capitalizar o sucesso do filme anterior. Só pra ganhar mais dinheiro, trocando qualidade por $$$. Cha-chin!!

     E por que necessariamente um filme que ganha muito dinheiro capitalizando em sequências tem sua qualidade reduzida? Não é realmente verdade isso. Star Wars teve 3 filmes de início, depois mais três, totalizando quase a série do Harry Potter inteira e eu posso dizer que gostei de todos. Alguns mais, outros menos, mas no geral, é uma história boa e os filmes que não são, dá pra se gostar como entreterimento. A diferença é, Star Wars é uma série de cinema FEITA para o cinema. Harry Potter não. Eu até comentei no OVO COLORIDO sobre algo parecido. O último filme do Harry Potter que eu assisti tinha uns 30 minutos de filme. Filme mesmo, sem enrolação. O resto é besteira sem sentido só pra encher linguiça.

     Será que estamos tão desesperados por entreterimento que atualmente, topamos assistir qualquer coisa? Quando foi que nós trocamos o filme de boa qualidade, inovador, com boas idéias para algo tão óbvio quanto um garoto orfão contra um vilão vestido de preto?

     O que aconteceu com Blade Runner? Cidadão Kane? Monty Python? De Volta Pro Futuro? Ou até Exterminador do Futuro e Conan. Putz, só pra mostrar que eu não tenho preconceito com filmes de sequências longas, James Bond!

     O ponto é, todos esses, em suas versões mais antigas, como Exterminador do Futuro e James Bond tinham um certo tcham. Eu acho que esse tcham, eram os efeitos especiais. Ou melhor, a falta deles. Engraçado como a arte mais visual que existe foi depredada pelo exagero visual. A prova de que tudo que é demais estraga.

     Acabou-se a era dos efeitos especiais analógicos, quando se usava manteiga na câmera, estalinho pra tiros, efeitos e cortes de câmera e outras tosquices que pra falar a verdade, eram legais. Por que dava pra ver o intelecto e a criatividade de quem tava fazendo o filme. E não precisa nem ir muito longe, é só pegar filmes como Matrix. O primeiro, lógico. O famoso Bullet Time revolucionou e foi copiado mil vezes em trocentos filmes, porque? É simples e o resultado final é MUITO maneiro. E por falar nisso, os outros dois filmes apesar de continuarem a história de uma forma legal, não apresentam nenhuma inovação em termos de cinema. Pelo contrário, vejo um gande retrocesso.

     Eu não sou totalmente CONTRA efeitos especiais e o filme 300 é um exemplo disso. Aliás, Sin City também. Ambos foram tirados dos quadrinhos do Frank Miller e pra ser sincero, sem efeitos especiais muito bons nunca teriam saído dos quadrinhos. Pelo menos não com a falta de criatividade evidente de Hollywood. Esse filmes são exemplos bons usos de efeitos especiais e por “bom uso”, entenda-se, “uso bem dosado”.

     Toda essa tendência de efeitos especiais esdrúxolos não vai acabar tão cedo, pelo contrário, imagino que vá piorar muito. Principalmente com toda essa história de cinema 3d. Alguém lembra quando lançou aquela história de “som digital”. Lembra quando isso acabou de lançar? Quando era novinho? Então, eu fui pro cinema no lançamento do Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel. Fui até o cinemark, que não existia ainda aqui Niterói na época, isso é, me desloquei até a Barra da Tijuca pra ir assistir o filme na ÚNICA sala com som digital de TODO o estado do Rio de Janeiro.

     Só pra descobrir que a única sala com som digital do estado estava sendo ocupada pela obra , Xuxa e Os Duendes. É claro que entre os gritos das crianças e o choro dos pais, todos estavam prestando muita atenção na imensa qualidade de som na voz da Xuxa. Muito mais interessante que a música do Howard Shore, um dos criadores da trilha sonora do Senhor dos Anéis e um dos maestros mais talentosos do mundo.

     Prova de que tecnologia sem inteligência é um relógio suiço sem ponteiros.

     Bem vindo à era digital.

PRÊMIOS DO ANIMA MUNDI

julho 28, 2009

     Então, o anima mundi acabou e achei por bem mostrar os vencedores dos diversos prêmios. Aqui estão alguns deles, outros podem ser encontrados aqui. Esse ano deve ter sido concorrido, todos os trabalhos estão excelentes.

Melhor curta infantil:

Lost and Found

 

Melhor filme estudantil:

For Sock´s Sake

 

Melhor longa-metragem:

Mia Et Le Migou

Making of do vídeo acima.

 

Achei no YouTube Também, Anima Mundi Web

Prêmio popular: Cidadão de Papelão.

monchi

     Agora, deixei o melhor pro final. O chinêsinho aí do lado é o protagonista do vencedor do prêmio melhor curta-metragem. E com todas as honras merecidas, é uma linda obra, compondo todos os quesitos que uma obra-prima deve ter. Parabéns a Cédric Villain pela linda criação. Um tapa na cara.

     O site está em francês, mas pra quem manja, vale a pena verificar.

 

Melhor curta-metragem: Mon Chinois

 

     Esse é daqueles que da um friozinho na espinha no fim.

FILMES ANTIGOS, IDEOLOGIAS E O SUBCONSCIÊNTE

julho 28, 2009
Bond, James Bond

"Bond, James Bond"

    

     Por algum motivo eu me interessei, de uns tempos pra ca, em filmes antigos. O último que assisti me deu um estalo. Se chama Goldfinger, em português 007 contra Goldfinger, se não me falha a memória. O terceiro da série do agente James Bond que hoje conta com vinte e dois filmes. Praticamente um seriado. Esse terceiro ainda é estrelado por Sean Connery que, na minha modéstia opinião, é o melhor dos Bond, diria até, o melhor ator na face da Terra ponto.

     Goldfinger, de 1964 possui um enredo simples à primeira vista. O agente 007 precisa descobrir algo de ilegal nas operações de Auric Goldfinger, estrelado por Gert Fröbe, que já está na lista negra do MI5, serviço secreto britânico, como um conhecido contrabandista de ouro, sem, é claro, provas cabais de suas malfeitorias. James descobre que ele pretende atacar Fort Knox e parte para impedí-lo. Simples, não? Não.

     Pra começar. Este filme é, na opinião de muitos fãs, o melhor da série do 007. Tem o Sean Connery, tem mulheres e algumas na apresentação semi nuas, tem o famoso laboratório onde o agente se alimenta com diversas coisinhas sofisticadas para agentes secretos, tem pela primeira vez o carrão que faz tudo, dessa vez o Aston Martin. Ah, e o mais importante, foi nesse filme que a frase “Bond, James Bond” ficou famosa. Sendo Assim, é claro que esse entrou pra história.

Sean Connery posando com o Aston Martin

Sean Connery posando com o Aston Martin

     De fato uma obra-prima que criou a cartilha para os próximos filmes de James Bond, apesar de recentemente essa cartilha ter sido jogada fora. Mas eu estou divagando, o ponto é, por detrás desse enredo simplório e das novidades que o filme mostrava tanto para os filmes do James Bond quanto para o cinema em geral, havia uma mensagem. Algo que talvez, pasasse despercebido. Há por detrás dessa obra um código.
     Não é nada demoníaco nem você vai ouvir a Madonna cantando se girar seu DVD no sentido anti-horário de 38.52 do filme até 41.09, Não. é outro tipo de mensagem.
     Todos nós sabemos o que é anti-americanismo. E se não sabe clica lá. Pois bem, esse sentimento vem, dentre muitas outras fontes, de uma noção de nação muito delicada. Um certo orgulho, talvez uma prepotência, que na medida errada se torna puro egocêntrismo radical, mas que na medida certa, dosado com inteligência e bom senso, é imprescindível para o crescimento de um país como nação. Por nação eu vou um pouco além ao que o dicionário define. Pra mim é um grupo de pessoas que são unidas por língua, costumes, cultura e objetivos. Sendo “objetivos” a palavra-chave.
     O orgulho de uma nação nasce dos seus símbolos. Isso não está aberto a discussões, é fato. O quão respeitado é um símbolo diante de seus iguais? Um símbolo pode ser qualquer coisa, desde que siga a seguinte definição. Uma figura ou imagem que deve unir os integrantes de uma determinada cultura sobre uma idéia abstrata. Quer exemplos? Nos Estados Unidos, a estátua da liberdade. Na Inglaterra temos o Big Ben. Na França a torre Eiffel. E a Australia tem o coala na árvore de eucalipto.

Coala na árvore de eucalipto.

Coala na árvore de eucalipto.

     Okok, eu comecei com James Bond e vim parar num coala. Vamos lá. O filme, apesar de ter um britânico como personagem principal foi escrito por um americano e um inglês e foi dirigido por um francês. Uma mistura interessante, que até explica o filme se passar 90% nos EUA e mais especificamente em Kentucky.
     Aqueles que estão mais espertos, sabem o que é o Fort Knox. É uma base militar onde os americanos guardavam ouro. Para quem não sabe uma moeda tem seu valor comparado à quantidade de ouro que um país possui como uma reserva de valor. Sendo assim, Fort Knox se tornou facilmente um símbolo americano, de sua riqueza.
     Agora, a construção desses símbolos poderia ter sido impensado? Sem querer? De forma alguma jovem gafanhoto. Se lembrar direitinho vai perceber que eu disse que o filme era de 1964. A Guerra Fria que dividia o mundo em dois estava a todo vapor, Cuba, financiada pelo comunismo russo ainda era um país e Picasso não só pintava como escrevia sobre toda essa agitação ao redor do globo. 
     Nesta guerra, a ideologia era a arma secreta dos americanos. Fugindo da mera propaganda em massa dos comunistas, os estadunidenses criaram um conceito totalmente novo na área publicitária que é vendido até hoje.
     O conceito é aliás, simples. O produto é a felicidade. Simples não? O que é o American Way of Life? Nada mais do que a busca pela felicidade. Mulher loirinha, filhinhos na brincando na rua, casinha branca, um jardim e bacon com ovos pro café-da-manhã. Ah diliça!
     Essa tática é muito usada hoje em propagandas na TV. Preste atenção em especial nos bancos. Sempre tem uma menininha brincando com bolinhas de sabão ou um cara num caraço na auto-estrada, coisas do tipo. Mas pode ter certeza, a idéia que eles vendem é, “olha como essa pessoa é feliz, e tudo isso porque ela usa o meu produto!”.
     O cinema serviu bem a esses propósitos. O cinema americano é hoje o mais famoso, visto, reconhecido e remunerado por conta dessa única idéia. Desse modo de se vender. Desse marketing. E merecidamente, eles ganharam a guerra evitando muitas batalhas por conta disso. Que também era uma propaganda em massa.
     Agora pare e pense, que outros tipos de propagandas vemos todos os dias que são usadas para nos vender uma imagem em prol de vitórias em uma guerra secreta e silênciosa?

NEM TUDO DOS DESENHOS FUNCIONA NA VIDA REAL

julho 24, 2009

     Achei por aí umas imagens que tentam dar um tom de realidade pra personagens de desenhos. Alguns ficaram mais do que bizarros, mas no geral, muito bom.

     Coletados de diversos sites como o Pixeloo, Worth1000 e o mataleone.

     Clique na imagem para ampliar.

 

 

     Além disso, o próprio pixeloo ainda deu a dica de dois dos seus desenhos que foram “desanimados” e depois “re-animados”. O Mario e o Homer.

     Aviso: tire as crianças da frente do computador antes de assistir. Esteja avisado.

LANÇAMENTOS

julho 22, 2009

     Dois trailers de filmes que vão chegar e provavelmente pagaram mais pra equipe de efeitos especiais do que pros atores.

      Primeiro é o  Alice in Wonderland do Tim Burton(visitem o site, é genial!) e o outro se chama Gamers de… sei lá, não interessa muito. Só esta aqui pra manter o nível de testosterona em um mínimo aceitavel.

 

 

     Perdão Lewis, perdão.

CINEMA + CACHAÇA = FELICIDADE

julho 20, 2009
Flyer do Cinema Cachaça Clube

Flyer do Cinema Cachaça Clube.

     Amanhã (dia 22 de julho) irá rolar a 69ª sessão do Cachaça Cinema Clube. O negócio é o seguinte, você assiste um filminho, normalmente curtas e brasileiro da mais alta qualidade, e depois prova uma cachacinha, normalmente curtas e brasileira da mais alta qualidade. Isso aí, depois do filme tem a degustação de cachaças e Djs e de vez em quando bandas.

     Nesta edição o tema será algo que eu imagino que interesse a todos. Sexo. Porém, vá de cabeça aberta, sem preconceito, os curtas abrangerão o comércio sexual, mulheres da vida, travestis e outras expressões transgressoras.

     Pelo que eu vi, parece que a noite vai contar também com a participação da Daspu, uma Putique (haha, DasPU, PUtique… sacou?) idealizada por prostitutas do Rio de Janeiro ligadas à ONG Davida(os trocadilhos ficam cada vez melhor!). Então além de tudo haverá uma exposição de moda, distribuição de camisinhas e aconselhamento sexual caso você tenha dúvidas jovem padawan.

     Já na parte musical, a festa será regida pelo Dj H, que embala a noite com clássicos eróticos, seja lá o que for isso, Barry White a noite inteira? Bem, na verdade será um tributo ao francês Serge Gainsbourg. Conheça um pouco do sujeito aqui e aqui também.

     Pois bem, ficou interessado? A festa rola na Praça Floriano n° 7 – Cinelândia, Rio de Janeiro, todos os messes sem dia certo na quarta-feira às 21h, como dito antes, este mês a festa irá rolar amanhã, dia 22, mas é preciso ficar atento todo mês. Pra adentrar, basta apenas dispor de R$10 ou de R$5 pra meia.