Posts Tagged ‘Internacional’

MÚSICA CLÁSSICA EM GRÁFICOS

maio 11, 2010

Música pra mim é algo que começa e termina ao redor da santíssima  trindade, baixo\guitarra\bateria. O rock n’ roll.

Mas é de fato inebriante quando nos deparamos com o gênio, mesmo que fora do nosso pequeno mundinho. Tal acontece ao se ouvir Bach. Estou falando mais especificamente da Toccata em Fugue em D menor.

Complexidade com certeza não é sinônimo de genialidade nem de qualidade, porém… essa musica lindíssima é um exemplo da técnica e arte impressa na música como não se vê mais.

O vídeo à seguir mostra a complexidade dessa obra em forma de gráfico. Melhores 8 minutos musicais do seu dia, vale muito à pena.

Roubei do Alessandrolândia.

Para os verdadeiros fãs, a partitura está aqui, cortesia do criador do vídeo, o Musanim, que aliás, possui um site, chama-se http://www.musanim.com/ e pode-se encontrar alguns outros vídeos como esse lá. Ele também vende um DVD com todas as animações feitas no seu Music Animation Machine.

DA SÉRIE: ANTES OUVIR MERDA QUE SER SURDO

maio 9, 2010

Em campeonato na Inglaterra, toda chave é inglesa.

A CRISE NO MUNDO DOS QUADRINHOS

maio 7, 2010

Texto de Mark Miller na edição #1 da mini série Red Horizon do Savage Dragon. Bem instrutivo e atual apesar de escrito faz pouco mas de 10 anos.
Traduzido por mim e revisado pelo Luan.
Segue o texto:
———

Há algum tempo, nós nesse ramo sentimos uma pequena queda nas vendas – só pro caso de você não ter percebido – e é claro, quando algo ruim acontece, você normalmente pode ter certeza de que as pessoas vão começar a pôr a culpa umas nas outras. Bem, foi o que eles fizeram. Especuladores, fãs, companhias, distribuidores, criadores, eles todos começaram o que se pode chamar de jogo da culpa. É claro que todos podem carregar um pouco do fardo da culpa, se estiverem dispostos, mas eu tenho acredito fortemente que só há um único e verdadeiro vilão nesse pequeno mistério… ah, não, eu não vou entregá-lo assim tão fácil. Ao invés disso, vamos ver o que você consegue deduzir da forma como esta história se desenrola:
Há muito, muito tempo, em uma loja de quadrinhos perto de você, um garotinho chamado Bobby entrou para comprar o seu primeiro quadrinho. Ele passou pelo balcão a caminho dos fundos da loja até que ele ouviu uma voz sussurrando, “Ei, garoto…” Bobby virou a cabeça, com medo de ter quebrado alguma regra da qual ele não estava ciente. A voz pertencia a um jovem por volta dos seus dezesseis anos vestindo uma camisa preta desbotada do Bob Marley. Era a figura típica do rastafári, fumando um grande cigarro de haxixe e com uma coroa de folhas de Marijuana saindo de suas costas. Se Bobby tivesse idade o suficiente pra saber o que era Marijuana, ele provavelmente não se perguntaria por que os olhos daquele jovem pareciam tão cansados no meio da tarde. A voz continuou. “… você tem que deixar a sua mochila aqui.”

“Ah, desculpe.” Respondeu Bobby, um pouco por ter mesmo desrespeitado uma regra que ele não conhecia.

“Não me parece que você vá roubar alguma coisa… mas são as regras.” Um pequeno sorriso apareceu do canto da jovem boca de Bobby. Já mais calmo, ele olhou além da cabeça do atendente da loja para a parede cintilante atrás dele. Lá, em filas cuidadosamente alinhadas, embalados em plástico, estavam livros extravagantemente decorados cujas capas gritavam “olhe pra mim!! sou eu quem você quer!!” E então ele olhou. Enquanto seus olhos vagavam pelo canto de cada embalagem, ele viu pequenos adesivos amarelos de preço anunciando o valor de cada um dos livros contidos dentro. Dez dólares, oito dólares, vinte dólares, e alguns deles chegavam a cento e cinqüenta dólares. Os olhos de Bobby vacilaram, quando seus olhos atingiram o chão, com as mãos chegando ao bolso, ele o puxou de dentro pra fora. Ele abriu a mão, e contou: cinqüenta… setenta e cinco… oitenta e cinco…noventa e cinco…noventa e seis. Noventa e seis centavos. Não era exatamente um dólar, e certamente não eram dez dólares, menos ainda cem dólares. Bobby não estava feliz com a situação.

“Eu não achei que elas iriam custar tanto…” disse ele, mostrando seu desapontamento para o jovem atrás do balcão, “eu não pensei que-“

“Que?”, o atendente interrompeu, embora ele não estivesse certo de ter interrompido alguma coisa, “Que qui cê disse aê?”

“Eu disse, eu não pensei que quadrinhos fossem tão caros”, Bobby repetiu. O jovem virou a cabeça para ver o que o Bobby estava olhando; ainda que ele soubesse exatamente o que estava pendurado na parede atrás dele por quatro dias da semana depois da escola, e provavelmente até nos dias em que ele não estava lá.

“Ah… ah, não, esses são os itens de colecionador. Tem um monte de quadrinhos baratos bem atrás de você.” Bobby se virou para as prateleiras de quadrinhos, cada uma implorando para ele da mesma forma que as plastificadas estavam. Por alguma razão, entretanto, elas pareciam não ter a mesma aparência magnífica das que estavam atrás do Bob Marley. “Você nunca comprou uma revista em quadrinho antes?”

“Hmm mm” Bobby zumbiu um ‘não’ quase inaudível à pergunta.

“Bem, dexeu te mostrar algumas então. Beleza?” O atendente se recompôs enquanto pulava da sua cadeira e por cima do balcão. ‘Ele não deve estar tão cansado quanto parece’ Bobby pensou consigo mesmo. O tour começou com as revistas que eram lançamento, uma pequena prateleira com pouco mais de um metro transversalmente disposta sob três camadas de revistas novinhas, cada uma gritando aos alegres olhos de Bobby. Super-Homem. Batman. Homem-Aranha. O Incrível Hulk. Bobby conhecia todos eles, mas nunca pensou realmente neles como personagens de quadrinhos, só como séries de TV. Ao lado das revistas mais novas, havia caixas do que o vendedor chamava de “velharia”. Haviam realmente muitas pra se olhar, então essa parte do tour foi breve. Depois veio uma estranha prateleira de madeira cheia de quadrinhos que estavam meio surrados. Bobby então se lembrou do ferro-velho em que seu pai o havia levado naquele ano e lembrou-se do pai ter lhe falado que ‘só porque algo não está perfeito, não quer dizer que não serve pra nada’. Aqueles carros, ele imaginou serem como as revistas na caixa de madeira, “essa é a caixa dos que custam 25 centavos.”, o tour continuou. Seguindo pelas paredes estavam filas de revistas que estavam quase perfeitas, mas não tanto quanto os que estavam na prateleira dos lançamentos. Com estas, o tour estava concluído, Bobby pensou. Pra dizer a verdade, ele provavelmente não teria notado se o garoto da camisa do Bob Marley continuasse falando algo, porque uma destas revistas estava gritando muito mais alto que qualquer outra. Estava gritando tão alto que Bobby provavelmente não notaria se uma bomba explodisse bem na sua cara naquele instante.

Ele esticou sua pequena e rosada mão e segurou no canto de uma revista que pegou seus olhos e se recusou a largar. ‘X-MEN’, lia-se no título e abaixo disso uma estranha mulher negra sendo rasgada e transformando-se numa estranha e melancólica besta… Ela o deixou fascinado, as linhas limpas e simples movendo-se em conjunto para formar sentimentos que foram concebidos como uma forma de arte que era completamente nova pra ele. Página após página, ele olhou para os desenhos, maravilhado e cores que penetravam os seus olhos, cativando-o e literalmente viciando a mente do garoto na história. Quase babando de alegria, Bobby sabia que tinha achado aquele quadrinho, que poderia pagar com o que sobrou da sua mesada semanal e ainda comprar uma casquinha de sorvete de chocolate na sorveteria ao lado.

Ele marchou até o balcão e sacou o seu dinheiro, jogou os sessenta e cinco centavos, preço de capa, e forçou intensamente um riso ao Bob Marley. “Já achou uma que você gosta?”, disse o Sr. Marley, então ele pegou a revista que estava de lado para ver melhor, “Ah, hey, essa aqui é boa. Paul Smith, ele é o cara! Aposto que essa vai virar item de colecionador. Aqui, deixeu te dar uma sacola e uma embalagem pra você manter ela inteira…”.

‘Um item de colecionador’ pensou Bobby, “wow.”. O jovem levou a mão até debaixo do balcão e sua mão voltou com uma das embalagens que proclamavam as revistas da prateleira de cima párea a realeza. Ele abriu e com cuidado, escorregou a Uncanny X-Men de Paul Smith para o seu lugar de direito.

“Aqui está.”

“Obrigado – ” o Bobby disse com um sorriso enquanto pegava a sua mochila e se dirigia à porta, então, pensando na sua mesada, que vinha num cronograma regular, desde que ele não tacasse fogo no cachorro ou algo do gênero, ele se virou e complementou, “- até semana que vem!”
Uma década depois, Bobby passou pelo colegial e tinha uma bela coleção, e alguns lapsos na mesma, que ele prontamente recuperou nas edições da ”velharia”. Ele comprava mais ou menos de quatro a seis revistas por semana na loja. Ele percebeu que os livros subiram de preço drasticamente nos últimos anos, mas ele continuou fiel ao fantástico mundo, ou seria melhor dizer, ‘mundos’ dos quadrinhos. Parecia que para cada livro que ele pegava, havia mais um que ele queria para sua coleção. Maravilhosos novos artistas, mostrando a Bobby novas direções que ele nunca tinha imaginado na arte. E ainda assim as lendas continuavam trazendo o melhor nos quadrinhos todo mês. Bobby estava no paraíso e ele queria que durasse para sempre. Não durou.

Logo, Bobby começou a perceber mais e mais quadrinhos nas prateleiras todo mês. Sua leal prateleira de um metro com ‘lançamentos’, aparentemente foi injetada com esteróides, estava grande o suficiente agora para ocupar uma parede inteira da loja. Seria maravilhoso ficar horas e horas olhando para os maravilhosos novos trabalhos de arte, se fossem tão maravilhosos assim. Seria glorioso sentar e ler as fascinantes novas histórias, se elas fossem tão fascinantes assim. Elas não eram nenhum dos dois. Na verdade, elas eram simplesmente o oposto; os novos artistas eram só uns moleques que há cinco anos não conseguiriam nem um trabalho em Malibu, e mesmo assim aqui estavam eles, em alguns dos títulos que o Bobby tanto amou por toda sua vida. Não somente isso, mas a história ficou tão óbvia, juvenil, e por vezes tão ruim que ele não conseguia passa pela maioria das revistas sem perder o pouco do interesse que ainda lhe restava. Os quadrinhos haviam perdido algo, talvez tenha sido a inocência. Talvez tenha sido a consistência do esforço de quem os fez. Seja lá o que foi, estava ficando difícil, para Bobby, uma obrigação até, achar uma revista que ele quisesse comprar. Até a sua lealdade a alguns dos antigos favoritos se esvaiu quando ele viu que eles tinham perdido o entusiasmo no qual um dia ele havia saboreado.

Bobby tentou se divertir numa ida à loja de quadrinhos mais uma vez, até levou com ele o seu jovem sobrinho, Justin, pensando que talvez pudesse reviver seus dias de infância pelos olhos do garoto. Olhando em volta, ele pegou uma revista que costumava estar entre suas favoritas e a abriu. O olhar de desgosto apareceu em sua face quando ele descobriu que a linda arte na capa não era a mesma no interior da revista. Esse tinha sido o limite, a última gota havia sido derramada. Não é que não houvesse bons livros pra se comprar, só que se tornou um grande esforço achá-los no meio do palheiro de merda que aparecia toda semana. Bobby estava entristecido e com raiva, com certeza ele não queria ficar nem mais um segundo na loja. Ele virou para o seu sobrinho e perguntou se havia algo que ele queria. “Tem muita coisa…”, pronunciou Justin, “eu não consigo ver as figuras.”.

Bobby entendeu perfeitamente. Onde uma vez ele havia entrado nessa mesma loja e vagado pelas gloriosas capas e a arte pura dentro delas, agora ele via olhares distorcidos, caras zangadas e detalhes inúteis e supervalorizados que tentavam quebrar as barreiras de tudo ao seu redor. Ele não agüentava mais. Pegando o sobrinho pelo braço rechonchudo e indo em direção à porta, ele parou para olhar para o vendedor; o garoto magrelo do Bob Marley foi substituído por um garoto mais velho com óculos largos e um formato que parecia uma tartaruga. “Vejo vocês semana que vem!” O garoto tartaruga despediu-se carinhosamente.

Bobby respondeu, “Não, eu receio que não.”

FIM

ERA UMA VEZ NO BRASIL – POR REN ROX

maio 6, 2010

Achei no Iconology uma linda série de todos do Ren Rox sobre o Brasil. No link do seu site (no nom do cara) tem mais alguns álbuns dele e mais fotos podem ser achadas no Flickr do cara.
Aqui vai uma pequena amostra, visitem o site para ver o resto.

LEGOMATRIX

maio 3, 2010

     O site LegoMatrix, comemorando 10 anos da criação do maior e mais famoso filme dos irmãos Wachowski, fez esse vídeo, uma espécie de homenagem não só ao filme, mas à técnica cinematrogáfica revolucionária, o Bullet Time. Dizem alguns, o efeito de câmera mais importante da sétima arte desde cores.

     Rasgação de seda à parte, vamos à cena.

     Agora comparando o original com a versão lego.

Update:

Esse post já estava a bastante tempo guardado para aparecer por aqui.O site deve estar fazendo quase 11 anos agora…

Mas que se dane, os vídeos ainda são legais.

QUANDO UM LIVRO GANHA VIDA

dezembro 27, 2009

     Já até me esqueci donde diabos achei esse vídeo, mas a animação é ótima e a idéia também.

OBRAS DE FRIEDRICH NIETZSCHE

dezembro 6, 2009

Em português:

A_Origem_da_Tragdia.html
Alm_do__Bem_e_do_Mal.html
Assim_Falava_Zaratustra.html
Crepusculo_dos_dolos.html
Genealogia_da_Moral.html
O_Anticristo.html

Em inglês:

Beyond_Good_and_Evil.html
Homer_and_Classical_Philology.html
On_the_Future_of_our_Education.html
The_Antichrist.html
The_Case_Of_Wagner_Nietzsche_C.html
Thoughts_out_of_Season_Part_I.html
Thus_spake_zarathustra.html
We_Philologists.html

Em alemão:

Also_sprach_Zarathustra.html
Die_Geburt_der_Tragdie.html
Ecce_homo_Wie_man_wird_was_man.html
Gtzen-Dmmerung.html
Jenseits_von_Gut_und_Bse.html
Menschliches_Allzumenschliches.html

Em finlandês:

Dityrambeja.html

Em francês:

Ainsi_Parlait_Zarathoustra.html

PIN UP’S SURREAIS

dezembro 5, 2009

     Os desenhos são da italiana Gianluca Mattia. A primeira coisa que esses desenhos me lembraram foi o Tim Burton, pela loucura e o tema.

PARABÉNS AO DEUS DA GUITARRA

novembro 27, 2009

     Sessenta e sete anos atrás nascia Johnny Allen Hendrix, que passou a ser tempos depois James Marshall “Jimi” Hendrix, nome mudado pelo pai em homenagem ao seu irmão. De Seattle, Washington, para o mundo.

     Da minha parte, riffs de guitarra geniais que NUNCA foram copiados, as letras de música mais lindas, mais sacanas, mais animadas e mais tristes são de autoria dele, não só um exemplo mas um marco na história da música, tudo isso é a minha visão do grande Jimi Hendrix, que como todo gênio, quanto mais tem a dar para o mundo, mais rápido é tirado dele.

     Para os que querem conhecer a obra. Aí tem a discografia e alguns vídeos.

     Para conhecer um pouco da longa história da vida do mestre.

     Não podia deixar de colocar uma canjinha dele por aqui.

[clearspring_widget title=”Grooveshark Widget: Single Song” wid=”48f3f305ad1283e4″ pid=”4b0fe87fbbc479c1″ width=”400″ height=”50″ domain=”widgets.clearspring.com”]

[clearspring_widget title=”Grooveshark Widget: Single Song” wid=”48f3f305ad1283e4″ pid=”4b0fe8c215f45871″ width=”400″ height=”50″ domain=”widgets.clearspring.com”]

[clearspring_widget title=”Grooveshark Widget: Single Song” wid=”48f3f305ad1283e4″ pid=”4b0fe91c13e3e723″ width=”400″ height=”50″ domain=”widgets.clearspring.com”]

[clearspring_widget title=”Grooveshark Widget: Single Song” wid=”48f3f305ad1283e4″ pid=”4b0fe95a9d52227d” width=”400″ height=”50″ domain=”widgets.clearspring.com”]

[clearspring_widget title=”Grooveshark Widget: Single Song” wid=”48f3f305ad1283e4″ pid=”4b0fe99cdfe9da8a” width=”400″ height=”50″ domain=”widgets.clearspring.com”]

[clearspring_widget title=”Grooveshark Widget: Single Song” wid=”48f3f305ad1283e4″ pid=”4b0fe9d36e5c4e76″ width=”400″ height=”50″ domain=”widgets.clearspring.com”]

O TOP LIXO DO CINEMA

outubro 26, 2009

Ah, os grandes filmes… e além desses, aqueles horríveis também. Como esses aí.

O CÉREBRO MASCULINO E O FEMININO

outubro 19, 2009

     Me mandaram esse vídeo falando que era segredo e que não era pra espalhar pra ninguém, mas eu não aguentei. É muito maneiro, vale a pena os 10 minutos. Surupiado nem vou falar por quem do Sanduiche de Algodão, né amor? lol

MEMÓRIA DE MINHAS PUTAS TRISTES – GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ

outubro 17, 2009

     “Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco.”

OBRAS DE FRANZ KAFKA

outubro 14, 2009

Em inglês:

The_Metamorphosis.html
The_Trial.html

Em português e alemão:

FranzKafka-UmFratricidio.html

Em português:

A_Metamorfose.html
franz_kafka_-_28_aforismos.html
franz_kafka_-_contos.html
Franz_Kafka_-_O_Castelo.html
Franz_Kafka_-_O_Processo-rev.html
franz_kafka_-_textos__contos_.html
Franz_Kafka_-_Um_Artista_da_Fome_e_a_Construo.html
FranzKafka-UmaVelhaPgina.html
FranzKafka-UmMdicoDeAldeia.html
kafka_franz_-_carta_ao_pai.html

MORTOS-VIVOS – ZUMBI, O APOCALIPSE PARTE 4

outubro 1, 2009

     Para a parte final dessa singela homenagem, preparei algo especial. Eu nem me lembro onde eu achei, pois eu encontrei esse texto na internet faz algumas semanas, então peço desculpas pela falta de crédito do intermediário, mas o trabalho mesmo foi escrito pelos alunos da Escola de Matemática e Estatística da Faculdade de Carleton, Departamento de Matemática da Universidade de Ottawa. São eles, Philip Munz, Ioan Hudea, Joe Imad e Robert J. Smith. No arquivo estão disponibilizados os e-mails de cada um deles, caso alguém goste muito do trabalho.

     Pois bem, sem mais delongas, o tal projeto é uma análise matemática sobre o que aconteceria e como seria o cenário de uma epidemia zumbi, supondo que o que causasse a reanimação fosse um vírus.

     Abaixo, a tradução do resumo do trabalho.

“Os zumbis são figuras populares na indústria do entretenimento e costumam ser retratados por aparecerem por meio de uma epidemia. Conseqüentemente, criamos um modelo de ataque de zumbis usando suposições biológicas baseadas em filmes de zumbis populares. Introduzimos um modelo base de infecção e determinamos o equilíbrio e sua estabilidade para então ilustrar o resultado com soluções numéricas. Refinamos então o modelo para introduzir um período latente de ‘zumbificação’ onde humanos estariam infectados, porém não seriam infecciosos, antes de se tornarem mortos-vivos. Com isso modificamos o modelo para incluir os efeitos de uma possível quarentena e cura. Finalmente, examinamos o impacto, reduções no número de zumbis e derivamos as condições onde a erradicação possa existir. Provando que apenas com ataques rápidos e agressivos podem reverter o cenário de fim do mundo: o colapso da sociedade e zumbis dominando o mundo.”

     Com certeza é um trabalho pretensioso e absolutamente inovador e criativo.

     Eu admito não manjar nada de matemática. Eu li o negócio, mas pulei os números.

     Isso conclui a homenagem aos zumbis e abre espaço para a nova seção do Letra, onde criaturas, lendas urbanas e mitos vão ter espaço.

     O projeto se encontra logo aqui embaixo. Boa leitura!

Zombies!