Posts Tagged ‘Literatura’

OBRAS DE GEORG WILHELM FRIEDRICH HEGEL

dezembro 28, 2009

Em português:

HEGEL_A_razo_na_histria_uma_in.html
HEGEL_Fenomenologia_do_Esprito.html
HEGEL_Fenomenologia_do_Esprito.html
HEGEL_Introduo__Histria_da_Fil.html
HEGEL_Sobre_o_Ensino_da_Filoso.html

Em inglês:

Philosophy_of_Right.html
Philosophy_of_History.html

Em alemão:

Wissenschaft_der_Logik_v2.html
Phaenomenologie_des_Geistes.html
Rede_zum_Schuljahresabschluss.html
Wissenschaft_der_Logik_Erster_.html

QUANDO UM LIVRO GANHA VIDA

dezembro 27, 2009

     Já até me esqueci donde diabos achei esse vídeo, mas a animação é ótima e a idéia também.

OBRAS DE RENÉ DESCARTES

dezembro 21, 2009

Em português:

DESCARTES_Regras_Para_a_Direo_.html
DESCARTES__Objees_e_Respostas.html
DESCARTES_As_Paixes_da_Alma.html
DESCARTES_Meditaes_Metafsicas.html

Em francês:

Les_Mditations.html
Discours_de_la_Mthode.html

Em italiano:

Discorso_sul_metodo.html

OBRAS DE FRIEDRICH NIETZSCHE

dezembro 6, 2009

Em português:

A_Origem_da_Tragdia.html
Alm_do__Bem_e_do_Mal.html
Assim_Falava_Zaratustra.html
Crepusculo_dos_dolos.html
Genealogia_da_Moral.html
O_Anticristo.html

Em inglês:

Beyond_Good_and_Evil.html
Homer_and_Classical_Philology.html
On_the_Future_of_our_Education.html
The_Antichrist.html
The_Case_Of_Wagner_Nietzsche_C.html
Thoughts_out_of_Season_Part_I.html
Thus_spake_zarathustra.html
We_Philologists.html

Em alemão:

Also_sprach_Zarathustra.html
Die_Geburt_der_Tragdie.html
Ecce_homo_Wie_man_wird_was_man.html
Gtzen-Dmmerung.html
Jenseits_von_Gut_und_Bse.html
Menschliches_Allzumenschliches.html

Em finlandês:

Dityrambeja.html

Em francês:

Ainsi_Parlait_Zarathoustra.html

A FANTÁSTICA OBRA DE WILLY BARP

novembro 30, 2009

     Em português:

http://www.4shared.com/file/162458965/2d4a21f2/Reminiscencias.html

     Willy Barp é a mente criminosa por detrás do blog Asas do Corvo. Lá ele expôe poemas e contos de todas as formas e sabores, dentre outras coisas. A obra citada e linkada acima é a primeira de, esperamos, muitas outras que virão e pode também ser encontrada pelo link do próprio Corvo na seção “Livros”.

     Visitem o blog, baixem o livro e se deliciem como se estivessem degustando, tomem o seu tempo para a leitura, pois em época de cultura expressa, essa é uma obra para imersão na arte. Respire fundo e se jogue.

 

EDIÇÃO IMPORTANTE:

     Li hoje no Asa do Corvo que o Reminiscências do Willy agora tem uma versão em papel. O preço é praticamente simbólico e está disponível no Clube de Autores. Lá tem a sinopse escrita pelo próprio Willy e imagens das 6 primeiras páginas incluindo a capa.

OBRAS DE IMMANUEL KANT

novembro 26, 2009

Em português:

KANT_A_metafisica_dos_costumes.html
KANT_A_Religio_Nos_Limites_da_.html
KANT_O_Conflito_Das_Faculdades.html
KANT_Prolegmenos_a_toda_metafs.html
KANT_Que_significa_orientar-se.html

Em inglês:

Critique_of_Practical_Reason_a.html
Fundamental_Principles_of_the_.html
Introduction_to_the_Metaphysic.html
On_the_Relashionship_of_Theory.html
Perpetual_Peace.html
Principles_of_Politics.html
The_Metaphysical_Elements_of_E.html
The_Philosophy_of_Law.html

Em alemão:

Kritik_der_reinen_Vernunft__2n.html
Kritik_der_reinen_Vernunft__1s.html

Em italiano:

La_pedagogia.html

OBRAS DE SANTO AGOSTINHO

novembro 23, 2009

Em português:

AGOSTINHO_Santo1_Soliloquios_e.html
AGOSTINHO_Santo_Confissoes_e_D.html
AGOSTINHO_Santo_A_doutrina_cri.html
AGOSTINHO_Santo_A_trindade.html

Em inglês:

The_Writings_Against_the_Manic.html
Anti-Pelagian_Writings.html
City_of_God.html
Confessions_and_Enchiridion.html
Expositions_on_the_Book_of_Psa.html
Homilies_on_the_Gospel_of_John.html
On_Christian_Doctrine.html
On_the_Holy_Trinity.html
Sermon_on_the_Mount.html
The_Confessions_and_Letters_of.html
The_Soliloquies.html

A PIRATARIA LITERARIA PELOS OLHOS DE UM HOMEM DE LETRAS

novembro 20, 2009

     “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.” Mestre Pessoa que me perdoe, mas foi a primeira coisa que eu pensei quando li no Livros e Afins  uma matéria com um comentário do Neil Gaiman sobre a pirataria. Pirataria essa que, ele sabe, atinge o seu próprio bolso. Sem mais delongas, lá vai o que o Gaiman disse:

“O fato é que queiram – ou não – as editoras, os livros de Gaiman e de inúmeros outros autores estão disponíveis na rede – ainda que de forma ilegal. O perigo não está em livros serem lidos de graça. Mas neles não serem lidos”

     Não é de agora o sujeito é o meu herói. É sem dúvida um dos maiores e melhores escritores do nosso século. Ele deu um novo gás a todo o gênero de literatura fantástica, criou os super heróis mais divertidos, os mais filhos da puta e até identificou a cerveja sem álcool como um dos motoqueiros do apocalipse. Nem vou entrar aqui no critério de suas obras que foram plagiadas e acabaram virando best-sellers, mas envolve um garoto de óculos, mágica e uma coruja.

                Infelizmente ele ainda é daqueles autores considerados underground. Fora do mainstream da literatura por fugir do estilo romancezinho água com açúcar, os seus livros são propositalmente para um público que sabe e quer pensar. Quer expandir a mente. Um exercício que poucos estão dispostos a fazer.

                E convenhamos, falar de si mesmo na terceira pessoa é só pra quem sabe mesmo que é fodão e ponto.

OBRAS DE RAUL BRANDÃO

novembro 16, 2009

     Em português:

A_Ilha_Azul.html
Mulheres.html
o_misterio_da_arvore.html
Os_Pobres.html

VIAGEM LIVRO ADENTRO

novembro 10, 2009

     Acho eu que o melhor de se ler um livro é ser lido de volta por ele, quando você se identifica com o que está lendo sem que, as vezes, nunca tenha aberto a boca pra falar o motivo dessa identificação.

     Quando um autor que você nunca viu, nem conheceu e talvez esteja até morto há muito tempo, consegue falar de alguma coisa que poderia ter você mesmo como exemplo com tamanha riqueza de detalhes que quando lê imagina que poderia ter escrito aquilo, caso tivesse a mesma prolixidade do autor.

     Esse autor na verdade toma o leitor pelas mãos e o ergue ao céu, somente para depois mergulhá-lo em si mesmo, numa releitura própria, um tipo de auto-avaliação, mas sem julgamentos, sem resultados. Somente a mera exposição do eu como em um museu interno. A vantagem é que se pode olhar para o extintor de incêndio com cara de pensativo sem ninguém rir. E no caso de risos, será você mesmo rindo de sua própria imbecilidade, o que é na verdade, o objetivo de toda essa reflexão.

     Fico imaginando o que significa quando o livro que te traz toda essa experiência é um bestseller, daqueles traduzidos em dezenas de línguas. Será mesmo que várias pessoas passaram pelas mesmas coisas? Será que lendo o livro elas relembraram e reviveram uma parte de suas vidas e se fizeram, então isso não significa que há uma certa ligação entre os leitores da obra tanto quanto com o autor?

     Claro, há leituras e leituras. Nem todo mundo absorve as mesmas coisas de uma obra, aliás, estou convicto de que não existem duas pessoas no mundo que entendam um objeto da mesma forma. Se a obra em questão for muito boa mesmo, essa então provavelmente terá mais de uma interpretação para cada um que a apreciar.

     Pois depois de ter lido um determinado texto, aquele texto passa a não ser mais do autor (salvo direitos autorais e etc, advogados raramente se interessam em filosofias) já que o conteúdo é modificado por quem lê, um barro que se molda a cada linha e ganha forma na mente do leitor.

     Sendo assim, seria então a leitura uma viagem para dentro de si? E ao interpretar um texto estariamos interpretando a nós mesmos já que cada um teria uma leitura que seria única como uma impressão digital? Cada texto, cada livro lido traz o leitor um passo adiante para o auto-conhecimento por meio de auto-crítica guiada por escritores que, ao menos na maioria das vezes, nunca ouviram falar deles.

A ARMA MAIS POTENTE

novembro 2, 2009

     Uma bomba pode destruir o corpo, sua casca mortal, mas a literatura converte o coração e espírito imortal do ser.

PEÇO PERMISSÃO PARA PEQUENA POSTAGEM

outubro 22, 2009

     O texto mais abaixo me foi enviado por e-mail já faz algum tempo e de acordo com o título, seria o maior trava-língua do português. Do tipo “três tijelas de trigo para três tigres tristes” e aquele outro negócio com os mafagafinhos que eu esqueci como é.

     Eu tinha visto em algum lugar que esse texto é na verdade um trecho de um livro todo escrito nesse formato. Como eu não achei mais nada procurando esses dias, fica a dúvida, inclusive, sobre a autoria.

     O que é inegável é que deve ter dado um puta trabalho.

     Ah, se alguém quiser se acusar aí de ter escrito isso fique a vontade. Eu só editei os parágrafos da maneira que eu achei mais consistente pra não ficar um blocão de texto. Boa leitura.

 

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     Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente, pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam elas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

     Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo… Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris!Paris! Proferiu Pedro Paulo. Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, papai partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo perfeita permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém,praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences. Partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém,passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.

     Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando…” Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar… Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto, pararei.

OBRAS DE LUIZ VAZ DE CAMÕES

outubro 21, 2009

Em italiano:

I_Lusiadi.html

Em português:

Cancoes_e_Elegias.html
Os_Lusiadas.html
Redondilhas.html
Sonetos.html

VALORES

outubro 18, 2009

     Um dos meus estilos favoritos é o épico. Por muitas razões. Eu sempre quis escrever um épico, minha cabeça de tempos em tempos volta à essa idéia fixa que nunca vinga. Eu penso sobre, imagino um tema, planejo, faço até algumas anotações, já tentei até reinventar a roda, mas sou impedido pelo básico. Não tem como escrever um épico hoje em dia. Não é nem que esteja fora de moda, pois a moda sempre volta. O épico morreu mesmo.

     Bem, pra começar do início, eu não sou muito bom com poesia e infelizmente essa é a parada do épico, poesia. Tem toda aquela história sobre ser um tema inicialmente formado na oralidade, uma história contada de pessoa a pessoa, cantada pelos bardos. Por ser contada, tinha que ser em poesia pra ficar fácil de lembrar. Infelizmente, a mim não foi dado o dom da poética.

     Outra coisa que o épico precisa é de um herói, e, ao contrário do que a maioria pensa, inclusive alguns grandes estudiosos (incluindo alguns professores meus), o herói é a figura mais importante do épico e não a forma poética. Note bem, eu disse mais importante, não mais difícil. Quem já tentou escrever uma porcaria de um poema decasilabico heróico sabe.

     O problema é que o herói épico, não existe mais, mas ele não existe MESMO. A ponto de ser inverossímil. O herói é aquele cara que incorpora a moral de uma nação. Ele é o símbolo daquele povo, o melhor dentre os seus. Ele é a personificação da perfeição e inabalável. Nada tira o cara do seu trono e a sua lealdade indisputável é para com a sua gente.

     Pouca gente sabe é se você perguntar pra qualquer um da igreja a chance dele saber disso é menor ainda, mas o símbolo da cruz não foi escolhido à toa. São trocentos motivos, mas um deles tem a ver com os sete pecados capitais. Para antagonizá-los, a igreja tem quatro virtudes cardeais (cruz, quatro, sacou?). São elas, justiça, prudência, temperança e fortaleza (alguns dizem força, mas a palavra não define bem o significado a ser atingido). Pois bem, o herói épico personifica essas virtudes a ponto de tê-las guiando sempre os seus atos. Claro, ele desliza às vezes, como Ulisses dando esporro em Poseidon, mas aí ele se fode. Quando ele faz as pazes com as virtudes, tudo volta a correr bem.

     Agora, como fazer então um épico atual se esses valores morais não existem mais. Honra, nobreza, caráter, princípios, as virtudes ditas acima, o famoso “gentleman” inglês. Esses valores reunidos são um código implícito de como ser digno consigo e com outros. Mas as pessoas esquecem que boa parte da importância desse negócio é que ele é implícito! Quando você manda alguém ser uma boa pessoa e ela é, existe uma boa chance de quando você não mandar, ela não ser.

     Exemplo, leis. Leis que forçam socialização entre pessoas. A legislação civil é cheia dessas coisas, como leis pra convivência em condomínios e coisas assim. Existem tantas obviedades naquele negócio, que é difícil de acreditar que alguém precise ser lembrado daquilo, e talvez algumas pessoas só descumpram essas leis por ela ser forçada a elas.

     O meu ponto é, não se pode impor valores sobre alguém, é como se eu quisesse impor arte abstrata na cabeça de um poeta parnasiano. Não dá certo. Primeiro que o parnasianismo era uma bosta. Mas mais importante, os valores têm que ser ensinados.

     Aí eu volto à minha velha retórica de que todos os problemas poderiam ser resolvidos com um sistema de educação mais eficaz, blá blá blá.

     Fazer o que, é isso mesmo.

     Ou seja, se eu fosse fazer um épico eu teria que desconsiderar os valores e pegar o outro quesito para o herói, ser um símbolo de sua nação. Os gregos pegaram um guerreiro-filósofo por Homero, os romanos um guerreiro grande e burro por Virgílio, os portugueses um navegador cagão por Camões e os ingleses um bárbaro insano matador de feras por… bem, ninguém sabe quem escreveu Beowulf.

     Mas e o brasileiro? Qual seria o símbolo da nação para o povo brasileiro?

     Tenho calafrios só de pensar na resposta.

MEMÓRIA DE MINHAS PUTAS TRISTES – GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ

outubro 17, 2009

     “Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco.”