Posts Tagged ‘Poesia’

MÚSICA CLÁSSICA EM GRÁFICOS

maio 11, 2010

Música pra mim é algo que começa e termina ao redor da santíssima  trindade, baixo\guitarra\bateria. O rock n’ roll.

Mas é de fato inebriante quando nos deparamos com o gênio, mesmo que fora do nosso pequeno mundinho. Tal acontece ao se ouvir Bach. Estou falando mais especificamente da Toccata em Fugue em D menor.

Complexidade com certeza não é sinônimo de genialidade nem de qualidade, porém… essa musica lindíssima é um exemplo da técnica e arte impressa na música como não se vê mais.

O vídeo à seguir mostra a complexidade dessa obra em forma de gráfico. Melhores 8 minutos musicais do seu dia, vale muito à pena.

Roubei do Alessandrolândia.

Para os verdadeiros fãs, a partitura está aqui, cortesia do criador do vídeo, o Musanim, que aliás, possui um site, chama-se http://www.musanim.com/ e pode-se encontrar alguns outros vídeos como esse lá. Ele também vende um DVD com todas as animações feitas no seu Music Animation Machine.

NADA

maio 8, 2010

Nada não nada nunca nada

Nem nada nadável não nada nunca nadará

Nadavam nada nadando nada nem nada nunca nadará

Na noite nadam nadando não nadavam nem nadarão

Nada não nada nunca nada

CARNIFICINA

dezembro 5, 2009

                                         carnificina, que acontece toda lua cheia.
                                      da
                    Fugindo    vento
               acima.       o
          morro    contra
    corro    fico
Eu    Nunca

A FANTÁSTICA OBRA DE WILLY BARP

novembro 30, 2009

     Em português:

http://www.4shared.com/file/162458965/2d4a21f2/Reminiscencias.html

     Willy Barp é a mente criminosa por detrás do blog Asas do Corvo. Lá ele expôe poemas e contos de todas as formas e sabores, dentre outras coisas. A obra citada e linkada acima é a primeira de, esperamos, muitas outras que virão e pode também ser encontrada pelo link do próprio Corvo na seção “Livros”.

     Visitem o blog, baixem o livro e se deliciem como se estivessem degustando, tomem o seu tempo para a leitura, pois em época de cultura expressa, essa é uma obra para imersão na arte. Respire fundo e se jogue.

 

EDIÇÃO IMPORTANTE:

     Li hoje no Asa do Corvo que o Reminiscências do Willy agora tem uma versão em papel. O preço é praticamente simbólico e está disponível no Clube de Autores. Lá tem a sinopse escrita pelo próprio Willy e imagens das 6 primeiras páginas incluindo a capa.

NESSES DIAS, NESSAS HORAS

novembro 26, 2009

Tem dias que os meus dias têm poucas horas

Pois tem horas que eu queria que fossem dias

Se as horas dos meus dias fossem assim

Sei que os dias, com você, não teriam fim.

FALL

outubro 27, 2009

I´ve been seeing curious bystanders

Jumping from a cliff above normal standards

Carrying only my reserve parachute I made it through the fall

Only when I landed I realised I was already feeling down.

VALORES

outubro 18, 2009

     Um dos meus estilos favoritos é o épico. Por muitas razões. Eu sempre quis escrever um épico, minha cabeça de tempos em tempos volta à essa idéia fixa que nunca vinga. Eu penso sobre, imagino um tema, planejo, faço até algumas anotações, já tentei até reinventar a roda, mas sou impedido pelo básico. Não tem como escrever um épico hoje em dia. Não é nem que esteja fora de moda, pois a moda sempre volta. O épico morreu mesmo.

     Bem, pra começar do início, eu não sou muito bom com poesia e infelizmente essa é a parada do épico, poesia. Tem toda aquela história sobre ser um tema inicialmente formado na oralidade, uma história contada de pessoa a pessoa, cantada pelos bardos. Por ser contada, tinha que ser em poesia pra ficar fácil de lembrar. Infelizmente, a mim não foi dado o dom da poética.

     Outra coisa que o épico precisa é de um herói, e, ao contrário do que a maioria pensa, inclusive alguns grandes estudiosos (incluindo alguns professores meus), o herói é a figura mais importante do épico e não a forma poética. Note bem, eu disse mais importante, não mais difícil. Quem já tentou escrever uma porcaria de um poema decasilabico heróico sabe.

     O problema é que o herói épico, não existe mais, mas ele não existe MESMO. A ponto de ser inverossímil. O herói é aquele cara que incorpora a moral de uma nação. Ele é o símbolo daquele povo, o melhor dentre os seus. Ele é a personificação da perfeição e inabalável. Nada tira o cara do seu trono e a sua lealdade indisputável é para com a sua gente.

     Pouca gente sabe é se você perguntar pra qualquer um da igreja a chance dele saber disso é menor ainda, mas o símbolo da cruz não foi escolhido à toa. São trocentos motivos, mas um deles tem a ver com os sete pecados capitais. Para antagonizá-los, a igreja tem quatro virtudes cardeais (cruz, quatro, sacou?). São elas, justiça, prudência, temperança e fortaleza (alguns dizem força, mas a palavra não define bem o significado a ser atingido). Pois bem, o herói épico personifica essas virtudes a ponto de tê-las guiando sempre os seus atos. Claro, ele desliza às vezes, como Ulisses dando esporro em Poseidon, mas aí ele se fode. Quando ele faz as pazes com as virtudes, tudo volta a correr bem.

     Agora, como fazer então um épico atual se esses valores morais não existem mais. Honra, nobreza, caráter, princípios, as virtudes ditas acima, o famoso “gentleman” inglês. Esses valores reunidos são um código implícito de como ser digno consigo e com outros. Mas as pessoas esquecem que boa parte da importância desse negócio é que ele é implícito! Quando você manda alguém ser uma boa pessoa e ela é, existe uma boa chance de quando você não mandar, ela não ser.

     Exemplo, leis. Leis que forçam socialização entre pessoas. A legislação civil é cheia dessas coisas, como leis pra convivência em condomínios e coisas assim. Existem tantas obviedades naquele negócio, que é difícil de acreditar que alguém precise ser lembrado daquilo, e talvez algumas pessoas só descumpram essas leis por ela ser forçada a elas.

     O meu ponto é, não se pode impor valores sobre alguém, é como se eu quisesse impor arte abstrata na cabeça de um poeta parnasiano. Não dá certo. Primeiro que o parnasianismo era uma bosta. Mas mais importante, os valores têm que ser ensinados.

     Aí eu volto à minha velha retórica de que todos os problemas poderiam ser resolvidos com um sistema de educação mais eficaz, blá blá blá.

     Fazer o que, é isso mesmo.

     Ou seja, se eu fosse fazer um épico eu teria que desconsiderar os valores e pegar o outro quesito para o herói, ser um símbolo de sua nação. Os gregos pegaram um guerreiro-filósofo por Homero, os romanos um guerreiro grande e burro por Virgílio, os portugueses um navegador cagão por Camões e os ingleses um bárbaro insano matador de feras por… bem, ninguém sabe quem escreveu Beowulf.

     Mas e o brasileiro? Qual seria o símbolo da nação para o povo brasileiro?

     Tenho calafrios só de pensar na resposta.

ESTRANHA ODE AO DESESPERO

outubro 6, 2009

A solução de meus problemas é o problema em si
Então o que fazer? Se
A cura para meu veneno é o próprio veneno
Então devo embraiar-me? Quando
A maldição do meu destino é segui-lo apaixonado
Então porque viver?

Quando deparado com a sua perdição, deveria lutar ou fugir?
Pode-se tentar?
Se vivo em meus problemas e
Me afogo em meus venenos e
Me perco em meu destino.

Ao fazê-lo seria apenas uma marionete ou um herói?
Pois se a vontade de mudar me permite permanecer em pé, pelo que me deito à noite?
Se vivo por conhecer a morte, porque morro pensando na vida?

MORTOS-VIVOS – ZUMBI, O APOCALIPSE PARTE 3

setembro 30, 2009

     Ta aí uma música que não vai ficar velha nunca. E que, apesar de não ter nenhuma ligação com o tema morto-vivo, ela se chama Zombie por um motivo. Ouça e veja o clipe que logo se entende.

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TRIBO

setembro 10, 2009

Do rio, algo que o trio traz
Todas as tribos temiam
A força que fere também fornece a vida
Nada nunca era negado, nenhum desejo
A quem com perseverança plena penetrava

Somente um retorna, regozijando-se
Pois traz o premio que permitia por hora
Vitória que volta a velá-lo
O retorno, relembra, reluz em rubis
E pela prática presença, perpetra-se.

A GIGANTESCA, COLOSSAL, OBRA DE MACHADO DE ASSIS

setembro 10, 2009

     Não é brincadeira. O cara escreveu muito. Muito MESMO! Eu reuni 254 obras de Machado de Assís, fácil. Sem muita pesquisa. Entre contos, poemas, livros, críticas literárias, etc, e eu imagino que isso não deve ser nem a metade de tudo que ele produziu. Nem perto da metade.

     Imagino que se Machado tivesse um blog ele seria daqueles que postam vinte vezes por dia.

     Bem, clique abaixo para ver a lista toda.

Clica aqui, ó!

OBRAS DE FERNANDO PESSOA

agosto 20, 2009

Em Potuguês

Cancioneiro.html
http://tinyurl.com/m9jry5

Do_Livro_do_Desassossego.html
http://tinyurl.com/mfckc2

Fices_do_interldio.html
http://tinyurl.com/mxqsdq

Mensagem.html
http://tinyurl.com/kt7qyx

O_Banqueiro_Anarquista.html
http://tinyurl.com/kub8kq

O_Eu_profundo_e_os_outros_Eus.html
http://tinyurl.com/nd7tbw

O_Guardador_de_Rebanhos.html
http://tinyurl.com/noaher

O_pastor_amoroso.html
http://tinyurl.com/n78xrz

Poemas_de_lvaro_de_Campos.html
http://tinyurl.com/nru24t

Poemas_de_Fernando_Pessoa.html
http://tinyurl.com/nee37m

Poemas_de_Ricardo_Reis.html
http://tinyurl.com/nbjlx9

Poemas_em_Ingls.html
http://tinyurl.com/n8976u

Poemas_Inconjuntos.html
http://tinyurl.com/lwk6gk

Poemas_Traduzidos.html
http://tinyurl.com/n72388

Poesias_Inditas.html
http://tinyurl.com/ncw7gp

Primeiro_Fausto.html
http://tinyurl.com/kjbqsb

A ESPERANÇA DE DAR CERTO

agosto 19, 2009

Eu gosto do frio,

acaba nos deixando mais a vontade.

Fui avisado de sua expressão única,

por isso me sinto em desvantagem.

______________________________________

 

     Aderindo à idéia do Asas do Corvo, resolvi participar do Projeto Poesia do Imediato.

     Aê Willy, essa daí eu ouvi lá na facul, UFF. Universidade Federal Fluminense. Bisbilhotando o papo alheio! haha. Me amarrei na sua idéia e assim que eu ouvir mais, eu mando pro projeto!

     Ah, e o título faz parte da poesia pois também foi tirado da conversa. Além disso também representa meus desejos ao projeto. Abraços!

COM VOCÊS, O BARDO DE AVON, WILLIAM SHAKESPEARE

agosto 18, 2009

Em Português

A_Comedia_dos_Erros.html
http://tinyurl.com/okllwd

A_Megera_Domada.html
http://tinyurl.com/p7atyr

A_Tempestade.html
http://tinyurl.com/qa4jmz

A_Tragdia_de_Hamlet_Prncipe_da_Dinamarca.html
http://tinyurl.com/pkyaet

Antnio_e_Clepatra.html
http://tinyurl.com/owuguv

As_Alegres_Senhoras_de_Windsor.html
http://tinyurl.com/qhcy74

Conto_de_Inverno.html
http://tinyurl.com/pfegfe

Coriolano.html
http://tinyurl.com/qfqw5r

Julio_Cesar.html
http://tinyurl.com/q89vn2

Macbeth.html
http://tinyurl.com/ry929j

Medida_Por_Medida.html
http://tinyurl.com/mgdc5v

Muito_Barulho_Por_Nada.html
http://tinyurl.com/m5zutr

O_Mercador_de_Veneza.html
http://tinyurl.com/mwhso8

Os_Dois_Cavalheiros_de_Verona.html
http://tinyurl.com/ltxepa

Otelo_O_Mouro_de_Veneza.html
http://tinyurl.com/nrb58p

Rei_Lear.html
http://tinyurl.com/qj9shx

Ricardo_III.html
http://tinyurl.com/pb62k3

Romeu_e_Julieta.html
http://tinyurl.com/lc3dms

Sonho_de_Uma_Noite_de_Vero.html
http://tinyurl.com/oeeymo

Trabalhos_de_Amor_Perdidos.html
http://tinyurl.com/kjhwet

Tudo_Bem_Quando_Termina_Bem.html
http://tinyurl.com/mbmeq4

Ver Shakespeare em inglês e alemão.

VOLTAS E VOLTAS

agosto 16, 2009

ODEIOQUANDOALGUÉMCOMEÇAAFALARDAND
A…………………………………………………………………….O
T…………………………………………………………………….V
I……………………………………………………………………..O
R……………………………………………………………………..L
R……………………………………………………………………..T
I……………………………………………………………………..A
E…………………………………………………………………….S
M…………………………………………………………………….E
ETNEMLAERMGULARAGULARAGEHCMESSATLOV