OBRAS DE GEORG WILHELM FRIEDRICH HEGEL

dezembro 28, 2009 por Ricardo Jevoux

QUANDO UM LIVRO GANHA VIDA

dezembro 27, 2009 por Ricardo Jevoux

     Já até me esqueci donde diabos achei esse vídeo, mas a animação é ótima e a idéia também.

DESENHOS E PINTURAS EM OVOS

dezembro 27, 2009 por Ricardo Jevoux

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RAIEIRO

dezembro 21, 2009 por Ricardo Jevoux

Raieiro: adj. Açor., que tem maus costumes ou mau génio. s. m. Gír., indivíduo que não goza de crédito.

OBRAS DE RENÉ DESCARTES

dezembro 21, 2009 por Ricardo Jevoux

VIDA INJUSTA

dezembro 20, 2009 por Ricardo Jevoux

     Se a vida é injusta para todos, não seria isso uma forma de justiça?

A HISTÓRA DAS COISAS – PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEL

dezembro 15, 2009 por Ricardo Jevoux

     De onde vêm as coisas e para onde vão depois que nós as jogamos fora.

     O documentário, apesar de não ser novo, explica de forma simples e num formato muito legal etapa por etapa do processo de produção e consumo que está levando nosso mundo ladeira abaixo.

     Vale muito os 21 minutos na frente da tela.

A SENSACIONAL ALICE

dezembro 7, 2009 por Ricardo Jevoux

     Alice era uma menina sensacional. Daquelas que dão torcicolo quando passam. Dezenove aninhos, pele lisinha, olhos verdes saltitantes e uma suposta virgindade, que era causo pra assunto por horas entre a galera da rua. Havia os céticos de um lado e os bíblicos. Os céticos nem davam bola pra esse papo de hímem. Logo a Alice? Qualquer outra vá lá, mas a Alice? Já os bíblicos tinham fé. Precisavam crer que existia um propósito maior e que ela ainda estava selada e lacrada.

     Quando questionada sobre o assunto, Alice apoiava que era virgem e ainda soltava a bomba. “Eu só vou me entregar quando casar.”

     Um dos garotos do bairro não e se agüentou e propôs logo. Na verdade, mais por curiosidade que por amor. Queria ver a Alice, como a Alice devia ser vista. À olho nu. À corpo nu. Ele, bom partido, boa família, pescou o interesse da Alice e casaram-se. Reza a lenda que a noite de núpcias durou 11 dias. Os três primeiros o marido passou rezando devido a uma promessa. Os quatro últimos ele passou no hospital, caso clínico de inanição. Passara os outros quatro dias sem comer. Comida.

     Por desgraça do destino, três messes depois o marido de Alice morreu. Acidente de avião na Alemanha. Foi visitar o país a negócios e voltou numa cama de madeira. O enterro foi um inferno para a Alice, tinha mais gente ao redor dela do que do defunto e nunca se viu tanto marmanjo fingindo choro. Familiares do presunto e da Alice, amigos de ambos, transeuntes, todos tentavam agradá-la. A vaga estava aberta novamente. Mas ela foi incisiva pros mais persistentes. “Só casando.”

      E é claro, como era Alice, a vaga foi rapidamente preenchida. E Alice também, foi preenchida. Um casamento sólido, pacífico, e monogâmico. Tinha tudo para ser eterno e foi, enquanto durou. Eterno por seis meses e dois dias. O divorcio foi pedido pelo marido que alegou em segredo para o advogado da Alice, “não da pra acompanhar. É todo dia, toda hora, a gente não desliga o ar-condicionado faz dois messes. Aliás, acho que é a primeira vez que eu saio da cama essa semana.”

     Mas Alice não se deixou abalar. O advogado, o pai do advogado, amigo de infância, seu dentista, corretor de imóveis, músico. Alice casou-se e casou-se. Com o recato de uma virgem, nunca fez “aquilo” fora do casamento. Assim lhe foi ensinado.

     Hoje, Alice mora na França, muito bem obrigado, com seu marido Jacques. Setenta e seis anos e com 37 divórcios, 8 funerais e 3 fugas. Jacques tem vinte e dois anos e é sustentado pela inacreditável pensão que Alice recebe.

     Jacques recentemente renovou o seu passaporte e planeja secretamente uma viagem para o Alaska.

OBRAS DE FRIEDRICH NIETZSCHE

dezembro 6, 2009 por Ricardo Jevoux

TURRÍFRAGO

dezembro 6, 2009 por Ricardo Jevoux

Turrífrago: adj. s. m. Poét., arruinador de torres.